Entenda como horário de verão afeta a saúde

Comunicação Social da FUNCEF

Horário de verão e sua saúde: entenda como o fato de adiantar o relógio em um hora afeta seu corpo

 

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O horário de verão começa em 2011 no dia 16 de outubro. Os brasileiros que vivem nas regiões Centro-Oeste, Sul, Sudeste e o estado da Bahia terão de adiantar os relógios em uma hora.

 

 

Com o horário de verão, e o consequente adiantamento dos relógios em uma hora com a finalidade de se aproveitar mais a luz natural durante os dias mais longos do ano (e economizar energia), nós vamos dormir antes do habitual e acordamos uma hora mais cedo.

 

 

A alteração do horário de sono, segundo especialistas, pode trazer alguns prejuízos, como sonolência durante o dia, insônia à noite, cansaço, irritabilidade e falta de apetite. “Isso acontece porque, em condições normais, os diversos ritmos do nosso organismo, como o ciclo vigília-sono, por exemplo, estão sincronizados entre si e aos ambientes de claridade e escuridão que se sucedem ao longo do dia”, afirma a bióloga Cláudia Moreno Louzada, colaboradora do Grupo Multidisciplinar de Desenvolvimento e Ritmos Biológicos (GMDRB) da Universidade de São Paulo, em entrevista para a VIDA SIMPLES.

 

 

Essa confusão que acontece no nosso organismo é um fenômeno que os médicos chamam de “desordem temporal interna”. O organismo tende a sincronizar seus ritmos ao novo horário, mas cada ser humano tem uma velocidade própria de ajuste. “Depois de alguns dias ou semanas, a maioria das pessoas se adapta ao novo horário”, diz Luiz Menna Barreto.

 

 

Fonte: Abril

Por que tenho que beber mais água?

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Os líquidos das bebidas que você ingere e os alimentos que você come são sua principal fonte de água, necessária para regular a temperatura do corpo, manter a pele hidratada e transportar oxigênio e outros nutrientes essenciais para suas células.

 

 

Seu corpo perde água constantemente – através de sua respiração ao expirar, através de sua pele ao transpirar e através da urina. Essa água deve ser reposta para manter uma boa saúde.

 

 

Todos nós sabemos o quanto é importante uma ingestão adequada de água diariamente, mas quase sempre negligenciamos. A água é um bom solvente e dissolve vários tipos de substâncias, como vários sais e açúcar, e facilita sua interação química, que ajuda metabolismos complexos.

 

 

O corpo humano é constituído em 70% por água que, em constante movimento, hidrata, lubrifica, aquece, transporta nutrientes, elimina toxinas e repõe energia, entre inúmeras outras utilidades. É componente essencial para o bom funcionamento geral do organismo, ajudando em algumas funções vitais, tais como o controle de temperatura do corpo, por exemplo.

 

 

É dito que o envelhecimento pode ser considerado um processo de secagem, uma vez que da infância até a velhice a quantidade de água no corpo diminui gradativamente.

 

 

Preconiza-se o número de um copo de 200ml de água por hora em que se estiver acordado. Assim sendo, a ingestão de água deve ser independente da sede, constante e rigorosa. E não adianta deixar para tomar os dois a três litros necessários diariamente de uma só vez. Estudos mostram que o estômago capacita apenas 12ml/kg/hora, ou seja, um adulto não conseguirá tomar mais de um litro de uma só vez sem “passar mal”.

 

 

As conseqüências da falta de água no organismo:

 

 

- desvitalização dos cabelos;

 

- descamação do couro cabeludo;

 

- distúrbios de concentração;

 

- sono e memória, com perda da disposição para realização das atividades diárias, em virtude da circulação cerebral por baixa quantidade de água que faz o sangue ficar mais “viscoso” e “grosso”, de circulação mais lenta;

 

- ressecamento dos olhos e tecido das vias aéreas que, com baixa umidade, sofrem lesões com mais facilidade por ficarem mais frágeis, assim tornando-se mais propensos a inflamações e infecções;

 

- conjuntivites;

 

- sinusites;

 

- bronquites;

 

- pneumonias;

 

- lesões da pele com aparecimento de cravos e espinhas pela não eliminação adequada das toxinas via pele e seu acúmulo local;

 

- queda e enfraquecimento dos pêlos;

 

- baixa produção de saliva;

 

- distúrbio no aproveitamento adequado de vitaminas e sais minerais, com excesso em alguns lugares e falta em outros, levando a cãibras, dormências, perdas de força muscular e problemas ósseos dentais;

 

- constipação e, por vezes, sangramento retal (devido a fezes ressecadas, endurecidas que lesam o tecido intestinal ao moverem-se em seu interior);

 

É certo que há água nos alimentos, mesmo os sólidos, mas a complementação da ingestão diária de água deve ser feita, periodicamente, conforme já disposto.

 

 

Uma forma de se observar se a quantidade de água é adequada, é observar a cor da urina, que deve ser incolor. Quanto mais forte, pouca ingestão de água está sendo feita.

 

 

Vale lembrar que é sempre bom evitar bebidas alcoólicas, ou não alcoólicas, que apesar de serem diuréticas evitam que se beba a água. Evite também, a ingestão de água pelo menos meia hora antes do almoço, para não prejudicar a digestão.

 

 

Há trabalhos científicos evidenciando que muitos tratamentos com medicações orais, sobretudo anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal e anti-hipertensivos não alcançam o devido sucesso em virtude da baixa ingestão de água por parte do paciente; isto se deveria tanto à má circulação da substância pelo corpo quanto à má absorção da mesma no intestino, processo este dependente da água como veículo de transporte para a substância.

 

 

Fonte: Revista UNICEUB – Ano IV – Abril 2003 – Nº 8

Brasileiros na faixa dos 40 anos são os que mais gastam com frutas

Comunicação Social da FUNCEF

 

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Brasileiros com idade de 40 a 49 anos são os que mais gastam com frutas, legumes e verduras. Com a renda familiar mensal, em média, de R$ 1.520, os consumidores dessa faixa etária gastam, em média, R$ 99,23 com esses alimentos.

 
Os dados da pesquisa encomendada pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), para avaliar os hábitos alimentares da população, revelam que o gasto médio mensal com frutas, legumes e verduras dos brasileiros na faixa etária dos 40 aos 49 anos é 16,22% maior do que os dos consumidores de 20 a 29 anos, faixa etária que menos investe nesses tipos de alimentos.

 

Por outro lado, a faixa etária de 20 a 29 anos gasta, em média, R$ 120 com alimentação fora do domicílio, inclusive delivery. O gasto é 9,09% maior que o das pessoas entre 40 e 49 anos.

 

Frutas na mesa


Com renda média familiar de R$ 1.340, os brasileiros de 60 a 69 anos estão no segundo lugar dos gastos com frutas, legumes e verduras. Em média, essa faixa etária gasta 6,8% da renda com esse tipo de alimento.

 
Em terceiro, ficaram as pessoas com idade de 50 a 59 anos, que possuem uma renda familiar mensal de, em média, R$ 1.490. Elas gastam mensalmente, em média, R$ 91,42 com frutas, legumes e verduras, 6,1% da renda familiar.

 
Na quarta posição, com gasto médio de R$ 90,11 com frutas, legumes e verduras, estão os brasileiros com idade entre 30 e 39 anos. Eles possuem renda média familiar de R$ 1.560.

 

Fonte: InfoMoney

Espírito Santo sediará 34º Simpósio Nacional dos Aposentados

Comunicação Social da FUNCEF

O 34º Simpósio Nacional dos Economiários Aposentados e Pensionistas da CAIXA será no Espírito Santo. O anúncio foi feito durante a plenária de encerramento do 33º encontro, realizado de 2 a 6 de outubro na Praia do Forte, na Bahia. A delegação anfitriã, representada pela Associação dos Economiários Aposentados da Bahia (AEA/BA), recebeu os cumprimentos dos presentes, em nome das demais lideranças.

 

Para coroar o evento com chave de outro, foram sorteados entre os aposentados e pensionistas um cruzeiro marítimo e um IPad.

 

A diretora de Administração, Renata Marotta, agradeceu o carinho recebido por todos e parabenizou à comissão organizadora pelo sucesso do evento. 

 

Com muita animação, o baile de encerramento ficou por conta da orquestra Fred Dantas.

FUNCEF participa do 33º Simpósio dos Aposentados

Comunicação Social da FUNCEF

 
Diretores discutiram o impacto da crise econômica e do contencioso jurídico nos resultados da Fundação

  

Foto Mesa  

 

O debate sobre os reflexos da crise econômica europeia e das ações judiciais para a rentabilidade dos planos marcou a participação da FUNCEF no 33º Simpósio Nacional dos Economiários Aposentados e Pensionistas da CAIXA, encerrado na quinta-feira (6/10), na Bahia. Além de apresentar os principais números e ações da Fundação, diretores e gestores responderam perguntas, tiraram dúvidas e se colocaram à disposição dos participantes.

 

“Queremos ouvir vocês de perto”, manifestou o presidente da Fundação, Carlos Caser, na abertura do encontro, dia 3 de outubro.

 

Na plenária de quarta-feira (5/10), foram feitas apresentações dos diretores Antônio Braulio de Carvalho (Planejamento e Controladoria), Demóstenes Marques (Investimentos), Carlos Borges (Participações Societárias e Imobiliárias), Renata Marotta (Administração) e José Carlos Alonso (Benefícios).

 

 

Foto Povo

 

 

Confira os principais assuntos:

  

  

Crise europeia e a rentabilidade 

 

Apesar da expectativa de rentabilidade menor no Balanço de 2011, os participantes devem ficar tranquilos. Segundo o diretor Demosthenes Marques, os bons resultados alcançados pela FUNCEF no período de 2003 a 2010 (com rentabilidade acumulada superior a 300%, contra uma meta atuarial de 146%) garantem à Fundação tranquilidade para superar os reflexos da crise econômica que afeta os países europeus, principalmente Grécia, Itália, Irlanda, Espanha e Portugal.  

 

A boa rentabilidade possibilitou honrar os compromissos com os participantes e adotar uma séria de medidas prudenciais visando garantir a solidez dos planos.  Na avaliação do diretor Demósthenes Marques, a FUNCEF tem um patrimônio consolidado, o que a coloca em uma posição de segurança, principalmente se comparada a outros fundos de pensão.

 

Com apresentação de gráficos, o diretor mostrou que os ativos de investimentos da FUNCEF subiram de e 14,9 bilhões, em 2003, para R$ 43,5 bilhões, até agosto de 2011. “Soubemos nos apropriar dos momentos da economia e os resultados positivos nos deram capacidade para superar a crise de 2008 e agora, em 2011, manter o que já conquistamos. A carteira de investimentos da Fundação é salutar, com capacidade de dar bons resultados em prazos mais longos”, assegurou Demóstenes.

 

FUNCEF sobe no ranking mundial  

 

Outra demonstração de que a FUNCEF tem acertado na política de investimentos é a sua posição como o 116º maior fundo de pensão do mundo. Nos últimos cinco anos, a Fundação subiu 110 posições no ranking mundial, que era de 226ª em 2006.  “A FUNCEF cresceu mundialmente e isso reflete os bons resultados alcançados”, comemorou Demósthenes.

 

Ações judiciais prejudicam planos

  

O aumento do número de ações judiciais contra FUNCEF interfere no desempenho dos planos e prejudica sua rentabilidade. O assunto mereceu atenção especial durante o 33º Simpósio dos Economiários Aposentados e Pensionistas da CAIXA.  Os diretores buscaram informar e esclarecer os participantes sobre o tema. Em apenas um mês, o número de processos judiciais envolvendo a Fundação saltou de 13.249 (agosto 2011) para mais de 20 mil (setembro 2011).

 

Após apresentar os ativos (recursos) dos planos REB, REG/Replan (saldado e não saldado) e Novo Plano, o diretor eleito Antônio Bráulio de Carvalho explicou – em tom de conscientização – que o resultado imediato dos processos judiciais obrigando a Fundação a pagar direitos que não estavam previstos nos regulamentos dos planos é o aprovisionamento de valores da ordem de R$ 786,3 milhões. Esses recursos poderiam ser aplicados para aumentar a rentabilidade dos planos.

 

Quem paga a conta? Com essa pergunta, os diretores eleitos alertaram para o caráter coletivo dos fundos de pensão. “Somos nós, todos os participantes, que pagamos essa conta, pois os recursos são dos planos”, destacou Antônio Braulio de Carvalho.

 

CTVA – Complemento Temporário Variável de Ajuste de Mercado

  

A maioria dos processos judiciais envolvendo a FUNCEF refere-se a pleitos que não foram objeto de contribuição nem por parte do participante nem da Patrocinadora (CTVA, abono, auxílio-cesta, horas extras e outros).    

 

Quanto às ações judiciais, o diretor Antônio Braulio de Carvalho lançou um desafio aos participantes. “Vamos avaliar o impacto dessas ações para os planos”, conclamou.   

 

Aumento dos benefícios: desafio constante    

 
O aumento real dos benefícios dos aposentados e pensionistas foi outro assunto abordado pelos diretores. O diretor de Investimentos, Demósthenes Marques, lembrou que esse é um desafio constante da FUNCEF. “Em um período de cinco anos a FUNCEF conseguiu conceder aumentos reais de até 30% nos benefícios”, frisou.

 

Despesas bem controladas 
 

A diretora de Administração eleita, Renata Marotta, apresentou as inovações tecnológicas que permitem aprimorar o atendimento e o controle dos processos na Fundação e disse que as ações tomadas pela FUNCEF têm por objetivo garantir o cumprimento de suas obrigações no presente e no futuro. “Ser previdente é tomar atitudes que não venham a prejudicar o patrimônio dos planos, pois quem paga a conta somos nós, os participantes”, alertou, referindo-se à avalanche de ações judiciais contra a Fundação. “Estamos nos esforçando para que a Fundação seja bem administrada”, garantiu, colocando-se à disposição dos participantes.

 

Investimentos da FUNCEF geram 1,4 milhão de empregos
 

O diretor de Participações Societárias e Imobiliárias, Carlos Borges, falou sobre os bons resultados da carteira imobiliária e destacou a contribuição da FUNCEF para o desenvolvimento do País.
Borges apresentou um estudo realizado pela DIPAR que revela que os empreendimentos da Fundação em imóveis, fundos de investimento e participações em empresas criam 1,4 milhão de postos de trabalho.

 

Show, sorteio de prêmios e aula de axé animam 33º Simpósio dos Aposentados da CAIXA

Comunicação Social da FUNCEF

As atividades do Simpósio Nacional dos Economiários Aposentados e Pensionistas da Caixa, que está na sua trigésima terceira edição, começaram animadas. Ao “estilo baiano”, o jantar de boas-vindas na noite deste domingo (2/10) no hotel Iberostar Bahia recebeu os mais de 1.200 participantes na tenda montada para o evento.

 

 

O presidente da AEA/BA, Francisco Cantalino, fez o pronunciamento de recepção e a entrega de uma lembrança para cada um dos presidentes das 24 delegações presentes. O objetivo do simpósio é discutir assuntos de interesse dos assistidos e promover a confraternização entre os grupos.

 

 

Em seguida, a animação ficou por conta do show do cantor Tatau, ex-Araketu, que com ritmos variados, passando por canções  de sucesso como “País Tropical”, “Pequena Eva” e “Minha Razão de Viver”, fizeram todos dançar.

 

 

Na segunda-feira (3/10), após a sessão solene de abertura e instalação da mesa diretora, foi realizado o primeiro sorteio de prêmios. O presidente da FUNCEF, Carlos Caser, tirou os números da urna. Os ganhadores foram: Adeir José da Silva, de Minas Gerais, que ganhou um iPad2, e Floriza Vautier Teixeira Giongo, de São Paulo, sorteada com um notebook.

 

 

PISCINA

 

 

No período da tarde, foi realizada uma aula de axé na piscina principal do hotel. Durante 2h, a atividade contagiou cerca de 200 aposentados e pensionistas. A empolgação foi tanta que alguns já solicitaram uma aula extra no decorrer do evento. No estande da FUNCEF, os participantes também puderam tirar fotos, participar do quiz e receber kits de brindes.

 

  

Serão realizados outros sorteios promovidos pela FUNCEF na terça, quarta e quinta-feira. Os prêmios são notebooks, viagens para conhecer a sede da Fundação em Brasília, iPad2 e um cruzeiro marítimo. No estande da Fundação, participantes também poderão fazer consultas, solicitar empréstimos, informar sobre alteração cadastral e tirar dúvidas. No dia 5/10 (quarta-feira), haverá apresentações de gestores da FUNCEF sobre as áreas de Benefícios, Investimentos, Participações Societárias e Imobiliárias, Planejamento e Controladoria e Administração.

 

 

Abertura

 

A abertura do 33º Simpósio Nacional dos Economiários Aposentados aconteceu na manhã desta segunda-feira (3/10).  O evento contou com a presença, na Mesa Diretora, do presidente da  FUNCEF, Carlos Caser, o presidente da FENACEF, Décio de Carvalho, e seu vice-presidente Edgard Antônio Bastos Lima, do presidente da Fenae, Pedro Eugenio Leite, do presidente da Unei, Armando Filardi, dos presidentes de honra desta edição, Fernando Alves Cabirta e Astrogildo Carneiro Moreira, da esposa de Carlos Levino Vilanova, Ester Costa Rebelo, entre outras entidades.

 

 

CASERSIMPOSIO

 

 

Em discurso, o presidente da FUNCEF reafirmou a importância do dialogo constante entre as associações dos aposentados e pensionistas e a Fundação, para a melhoria do fundo de pensão da CAIXA.

 

 

Após a formação da Mesa Diretora, entraram as bandeiras das federações com representantes de cada associação, e em seguida, o coral infantil Vozes de Deus executou o  hino nacional, assim como o hino do Sr. do Bonfim e a oração de São Francisco.  Outro ponto forte do cerimonial de abertura foi o momento da benção pela vida proferida pelo Padre Eliomar, do Reverendo Celso Dourado, e pela primeira vez em um simpósio da categoria, do Sr. Fernando Cabirta, em nome da comunidade espírita.

 

 

 

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33º Simpósio Nacional dos Economiários Aposentados e Pensionistas da CAIXA

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Abertura do encontro homenageia Carlos Levino  

    

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O presidente da FUNCEF, Carlos Caser, participou segunda-feira (3/10) da abertura do 33º Simpósio Nacional dos Economiários Aposentados, na Bahia, e pediu um minuto de silêncio em homenagem ao líder associativo Carlos Levino, ex- conselheiro da FUNCEF, falecido em 22 de janeiro de 2011, aos 84 anos. Caser manifestou aos participantes a disposição de visitar as associações representativas de todo o País. “Queremos ouvir vocês de perto”, disse. 

 

 

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O Simpósio, que teve início dia 2 de outubro com um jantar de confraternização, prossegue até dia 6 de outubro na  Praia do Forte,  a 60 km de Salvador. Mais de 1.200 pessoas de 24 delegações associativas participam do encontro, cujo objetivo é discutir assuntos de interesse dos assistidos e promover a confraternização entre os grupos.

 

 

O evento contará com um estande da Fundação, onde os participantes poderão fazer consultas, solicitar empréstimos, informar sobre alteração cadastral e tirar dúvidas. No dia 5/10 (quarta-feira), haverá apresentações de gestores da FUNCEF sobre as áreas de Benefícios, Investimentos, Participações Societárias e Imobiliárias, Planejamento e Controladoria e Administração.

 

33º Simpósio Nacional dos Aposentados da CAIXA

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Evento será realizado de 2 a 6 de outubro na Praia do Forte,  a 60 km de Salvador (BA)   

  

 

A Bahia sediará o trigésimo segundo Simpósio Nacional dos Economiários Aposentados e Pensionistas da CAIXA, que acontecerá na Praia do Forte, próximo ao  município de Mata de São João, a 60 km de Salvador. Mais de 1.200 pessoas de 24 delegações associativas deverão participar do encontro, cujo objetivo é discutir assuntos de interesse dos assistidos e promover a confraternização entre os grupos.

 

 

O evento contará com um estande da FUNCEF, onde os participantes poderão fazer consultas, solicitar empréstimos, informar sobre alteração cadastral e tirar dúvidas. No dia 5, haverá apresentações de gestores da Fundação sobre as áreas de Benefícios, Investimentos, Participações Societárias e Imobiliárias, Planejamento e Controladoria e Administração.

 

 

Veja aqui a programação

Mude o cardápio para combater a labirintite

Comunicação Social da FUNCEF

 

Especialistas apontam os alimentos que causam mais danos ao labirinto

 

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Prefira sempre as massas integrais

 

Para quem tem labirintite, como chamamos os distúrbios que acometem o labirinto, uma estrutura dentro da orelha, sintomas como tontura, zumbido no ouvido, surdez, náuseas, vômito, suor frio e palpitações são familiares.

 

 

E não é difícil entender por quê. Afinal, é nesse órgão que estão localizados os responsáveis por reger nossos centros de equilíbrio e audição. Logo, quando seu funcionamento é prejudicado, essas funções entram em pane.

 

 

A lista de causas da labirintite é extensa. Vai de doenças vasculares a disfunções hormonais, somando mais de 300 encrencas podem afetar o labirinto. Uma das dicas de Arnaldo Guilherme, otorrinolaringologista da Universidade Federal de São Paulo, é ficar de olho em um fator pouco comentado: a alimentação.

 

 

Nesse quesito, um dos principais inimigos do ouvido interno é o açúcar, escondido não só em guloseimas como chocolate, sorvete e bolachas recheadas como também em pães, tortas, bolos e massas feitos com farinha refinada.

 

 

“Quando o indivíduo tem alterações na maneira de processar os carboidratos, ingerir muito açúcar pode interferir nas estruturas do labirinto, fazendo com que ele mande mensagens erradas ao cérebro”, conta o otorrino Ítalo Medeiros, do Hospital das Clínicas de São Paulo. Para saborear uma sobremesa sem riscos, o jeito é apostar no consumo de frutas como banana, abacaxi, maçã e pera.

 

 

No momento de se entregar às massas, o ideal é optar pelas integrais, já que suas fibras promovem uma absorção mais lenta da glicose. O sal não fica atrás quando se fala nos perturbadores do labirinto, já que está relacionado ao aumento da pressão nos vasos. “Isso dificulta a irrigação e a chegada de nutrientes à parte interna da orelha”, explica Guilherme.

 

 

Por: Thaís Manarini
Fonte: SAÚDE Tweet 

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