Mantenha-se financeiramente equilibrado durante a aposentadoria

Comunicação Social da FUNCEF

 

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Algumas pessoas acham que, uma vez aposentadas, podem simplesmente relaxar, usufruindo de suas economias e benefícios de aposentadoria. Mas elas deveriam rever seu portfólio ao menos uma vez por ano para assegurar ter a combinação certa de ações, títulos e poupança suficiente para atender suas necessidades atuais e futuras.

 

Não é preciso muito pra distorcer seu equilíbrio em investimentos, mesmo quem está aposentado. Um mercado de ações volátil pode aumentar significativamente esse pedaço do bolo e reduzir outros e a mudança na concentração pode colocar em risco seus objetivos.

 

Se você tem um assessor financeiro em quem confia, não o demita quando se aposentar. Planeje se reunir com ele uma ou duas vezes ao ano para rever seu portfólio e use essa oportunidade para descutir estratégias tributárias e qualquer alteração na sua situação econômica, como problemas de saúde.

 

Reavaliando seus objetivos

Tão importante quando rever seu portfólio regularmente na aposentadoria é rever e reavaliar seus objetivos. As circunstâncias podem mudar radicalmente e essas mudanças podem ter um impacto profundo na sua segurança financeira.

 

Não são só as coisas óbvias como sua saúde física ou uma incerteza na economia. Você pode se encontrar em um sanduíche familiar – ajudando seus filhos durante a faculdade ao mesmo tempo em que assume maior responsabilidade em cuidar de seus pais na velhice. Mudanças na lei tributária, nos benefícios da seguridade social e nas regras de planos de aposentadoria podem ocorrer a qualquer momento; quando você já está aposentado, suas opções para se adequar a essas mudanças podem ser mais limitadas.

 

E, se você quiser deixar algo para seus herdeiros, terá que assumir mais riscos do que o planejado inicialmente. Pesquisadores da T. Rowe Price, renomada companhia de gestão de investimentos americana, fizeram um estudo sobre dois portfólios contendo $500.000 cada um, com uma retirada no primeiro ano de 4,5% e retiradas corrigidas pela inflação pelos 29 anos seguintes. Ao final de 30 anos, um portfólio com uma combinação de 80-20 de ações e títulos (80% em ações e 20% em títulos) valeria hoje US$ 495.000. Mas um portfólio conservador – um com 20 porcento em ações, 30 porcento em títulos de curto prazo e 50 porcento em outro títulos – valeria míseros US$ 180.000 depois de 30 anos.

 

Não pare de pensar nos seus objetivos só porque se deu mal da última vez. Segurança financeira é uma disciplina ampla, afetada por praticamente todas as outras áreas da sua vida. Parte do processo de manter o equilíbrio é reconhecer como as mudanças irão afetar o que você almeja da vida e como você irá reagir a elas.

 

Evitando erros comuns (e caros)

A aposentadoria está mais complicada do que nunca. Não se pode contar com o recebimento da mesma pensão mensalmente para o resto da vida, incrementada pelos benefícios da seguridade social ajustados pela inflação. Hoje em dia, você precisa estar no comando do seu plano financeiro ou pode facilmente se ver pagando um preço alto pela falta de atenção, adiamentos ou ignorancia.

 

Não economizar o suficiente

Muita gente negligencia seu próprio plano de economia, imaginando que poderão viver bem pela seguridade social.

 

Fazendo suposições falsas

O senso comum diz que você precisará de menos que sua renda atual para os seus gastos e terá uma folga tributária quando se aposentar. Mas o senso comum, ainda que confortável, não é necessariamente correto.

 

A inflação é outro fator comumente desprezado nos planos de aposentadoria. Digamos que você saque R$ 10.000 de seu fundo no primeiro ano de aposentadoria, e a inflação está em 3 porcento. No segundo ano de aposentadoria você precisará sacar R$ 10.300 para manter o mesmo padrão de vida que teve no primeiro ano. Se a inflação permanecer em 3 porcento ao ano, no seu quinto ano de aposentadoria, terá de sacar cerca de R$ 11.600 para ter o mesmo poder de consumo que teve no primeiro ano. Em 20 anos você precisará de mais de R$ 18.000 para comprar o que comprou com R$ 10.000 quando se aposentou.

 

As grandes companhias de investimento aconselham os trabalhadores a presumir que terão de repor 80 porcento de suas rendas quando se aposentarem. Mas o quanto você realmente precisará para viver depende tanto de circunstâncias individuais (se ainda terá parcelas da hipoteca, por exemplo ou se desejará desfrutar de coisas caras como viagens internacionais) que se torna difícil determinar uma quantia que se adeque a todos. Uma regra preciosa: estime os gastos que terá quando se aposentar e adicione 5%. Dessa forma, mesmo se tiver subestimado os impostos e a inflação, terá construído um pé-de-meia para bancar – ou ao menos amenizar – despesas adicionais.

 

Gastanto muito e muito cedo

Muitos aposentados tem planos caros para os primeiros anos de aposentadoria. Podem querer viajar ou reformar a casa ou comprar aquele carro que sempre quiseram. E eles normalmente usam dados históricos nos seus cálculos de aposentadoria para decidir quanto podem sacar a cada ano.

 

O problema é que, quando você começa a gastar, o retorno histórico é insignificante. O único número que importa é o retorno anual dos seus investimentos. Se suas contas renderam em média 10 porcento ao ano enquanto estava economizando, você pode achar que é possível sacar 7 porcento no seu primeiro ano e ainda estará muito bem. Mas suponha que suas economias renderam somente 5 porcento nesse primeiro ano. Ou suponha que o mercado esteve mal neste ano e seus investimentos ficaram praticamente estáveis. E agora?

 

Aqui é que a história nos mostra uma advertência. Por exemplo, nos EUA quem se aposentou em 1972 com US$1 milhão e sacou 7 porcento no primeiro ano e depois os mesmos 7 porcento mais a inflação nos anos subsequentes, estava quebrado em dez anos. Por quê? Porque uma tremenda crise abalou o mercado em 1973 e 1974 (o S&P 500 caiu vertiginosamente 40 porcento) e os Estados Unidos aferiram índices de inflação de dois dígitos por anos.

 

Lá a maioria dos especialistas financeiros recomenda uma retirada de 4 porcento no primeiro ano de aposentadoria e depois basear os futuros saques nesses 4 porcento mais a inflação. Depedendendo de como o seu portfólio estiver posicionado, essa estratégia lhe dá praticamente a certeza de que seu dinheiro durará por 30 anos.

 

Os aposentados tem a mesma recuperação rápida em crises de mercado ou períodos de alta inflação que os jovens trabalhadores possuem. A melhor maneira de se precaver dos altos e baixos do mercado é agindo como se estivesse numa eterna crise: mantenha um controle razoável dos seus gastos, mesmo quando a economia vai bem.

 

Sacando das contas erradas

Embora muita gente saiba como devem alocar suas economias para ter o máximo de ganho e um mínimo de risco, há muitos aposentados que não sabem que a forma de retirar seus recursos de aposentadoria pode ter um impacto enorme na sua situação fiscal e até na sua renda.

 

Para a maioria dos aposentados, faz sentido sacar primeiro o dinheiro de seus investimentos de curto prazo. Investimentos de longo prazo tendem a ser mais voláteis e você corre o risco de comprar caro e vender barato se entrar neles no momento errado.

 

Planejamento tributário é tão importante na aposentadoria quanto durante sua vida economicamente ativa. Revise suas finanças para determinar o nível de impostos para cada ano e então decida se faz sentido sacar dinheiro de seu fundo de aposentadoria para reduzir sua tributação futura.

 

Fonte: educacaofinanceira.com

Benefícios da vitamina D vão além dos ossos

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Pesquisas recentes apontam que a vitamina ativada pelo sol tem outras funções como proteger o coração

 

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A vitamina D, ativada principalmente pelos raios solares, é fundamental para o desenvolvimento de ossos firmes e fortes. E uma série de estudos científicos recentes, publicados na edição de março de 2011 da revista BOA FORMA, tem mostrado que o poder desse nutriente vai muito além: ele reforça a imunidade, protege o coração e até ajuda você a emagrecer.

 

 

Sem a vitamina D apenas 15% do cálcio e 60% do fósforo ingeridos seriam absorvidos pelo organismo, segundo o médico americano Michael Holick, professor da Escola de Medicina da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, e autor do livro The “Vitamin D Solution”, sem edição em português. Mas as vantagens não param aí.

 

 

Imunidade garantida
Um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, revelou que pessoas com níveis adequados de vitamina D são mais resistentes à contaminação por vírus e bactérias do que quem tem deficiência do nutriente. E mais: se recuperam mais depressa quando ficam doentes. “Essa vitamina é um importante modulador das células de defesa do organismo”, explica a nutricionista Daniela Jobst, de São Paulo. Ela também estimula os glóbulos brancos do sangue a fabricar um tipo de proteína que combate infecções.

 

 

Peso sob controle
Como a vitamina D está envolvida na produção da insulina, é bom pensar nela se o ponteiro da balança estacionou. A carência dessa vitamina reduz os receptores para insulina nas células, levando à resistência ao hormônio. Com isso, o pâncreas tem que produzir mais insulina, o que prejudica o processamento do açúcar, aumenta o acúmulo de gordura e de substâncias inflamatórias e estimula o apetite.

 

 

TPM à distância
A vitamina D está envolvida na regulação dos níveis de cálcio no organismo, mineral que alivia as contrações musculares que provocam cólicas. Pesquisadores da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, acompanharam durante dez anos a dieta de um grupo de mulheres que sofriam de tensão pré-menstrual e de outro de voluntárias sem queixas e concluíram: aquelas que consumiam regularmente leite, queijo e iogurte, fontes dessa vitamina, relataram menos sintomas de TPM.

 

 

Coração protegido
Como atua na nutrição muscular, a vitamina D tem papel-chave no condicionamento do músculo cardíaco e no bombeamento do sangue. Ela também participa da produção de renina, um dos hormônios mais importantes para o controle da pressão arterial. Por fim, níveis baixos dessa vitamina no organismo levam ao aumento da quantidade de insulina no sangue, o que faz crescer o perigo de diabetes, obesidade e hipertensão, males que ameaçam a saúde cardiovascular.

 

 

Manual do sol
Tente tomar sol entre 10h e 14h, mas atenção: bastam 15 minutos por dia! Não use protetor solar, pois o produto absorve os raios UV, impedindo que eles cheguem até a pele e façam a síntese do precursor 7-dehidrocolesterol em vitamina D. Pegar sol nos braços e nas pernas, desde que totalmente descobertos, é o bastante. Não precisa expor o rosto.

 

Fonte: Site Boa Forma

Comer carne vermelha pode aumentar risco de surgimento do diabetes tipo 2

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Para quem é diabético, doces, biscoitos e refrigerantes são itens proibidos no carrinho do supermercado — pelo menos, os tradicionais. Não é só com o açúcar, entretanto, que essas pessoas precisam se preocupar. De acordo com um estudo feito pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, o alto consumo de carne vermelha — especialmente a processada, como bacon, salsicha, linguiça ou presunto — aumenta a probabilidade de também desenvolver diabetes tipo 2. Como era de se esperar, a pesquisa apontou que a diminuição ou a substituição desse tipo de alimento por opções mais saudáveis, com baixo teor de gordura, por exemplo, reduz significativamente esse risco. A versão on-line do trabalho foi divulgada no site da revista American Journal of Clinical Nutrition e aparecerá na edição impressa da publicação em outubro.

 

 

Após analisar os hábitos alimentares dos participantes, levando em consideração a idade, o índice de massa corporal (IMC) e o estilo de vida, os estudiosos chegaram à conclusão de que pessoas que costumam consumir uma porção de 100g diárias de carne vermelha não processada têm 19% mais chances de ficarem diabéticas. A situação piora — e muito — para quem consome carnes processadas. Com apenas metade dessa porção — o equivalente a uma salsicha —, os riscos dos consumidores virarem portadores da doença sobem 51%. A melhor alternativa, segundo os pesquisadores, é reduzir ao máximo o consumo desses alimentos. Trocar a carne vermelha, embutidos e enlatados por nozes, grãos integrais, produtos com baixo teor de gordura, peixe ou feijão sempre que possível também ajuda a afastar o fantasma do diabetes.

 

 

An Pan, pesquisador do Departamento de Nutrição de Harvard e um dos autores do trabalho, explica que isso ocorre devido à grande quantidade de sódio e conservantes químicos presentes nesses alimentos, que acabam por danificar células do pâncreas envolvidas na produção de insulina. “A carne vermelha, em geral, também tem altos níveis de um tipo de ferro chamado heme, que, quando consumido em quantidades elevadas, pode aumentar o estresse oxidativo e levar à inflamação crônica. Isso também pode afetar a produção de insulina”, completa.

 

 

Pan frisa ainda que outros estudos, feitos em 2010 na mesma Harvard, provaram que o consumo excessivo de carne vermelha também aumenta os riscos de doenças cardíacas, outro fator que pode desencadear o diabetes tipo 2. Além disso, exagerar na carne vermelha também pode fazer com que haja ganho de peso em excesso — um forte fator de risco para a doença. “Em nossa análise, descobrimos que os riscos relativos foram atenuados pela metade após o controle do IMC”, completa. “Não dissemos na pesquisa que é preciso riscar totalmente a carne da dieta. Acredito que o consumo de, no máximo, três porções por semana de carne vermelha não processada é aceitável para a maioria das pessoas.”

 

 

Excessos

Jane Dullius, educadora física e coordenadora do programa de educação em diabetes Doce Desafio, da Universidade de Brasília (UnB), diz que, para quem já é diabético, o consumo de carne vermelha pode causar uma sobrecarga no organismo — que já precisa de um trabalho extra para manter-se saudável. “Embutidos não deveriam ser consumidos por niguém, diabéticos ou não”, defende. “A quantidade de sódio é muito grande, o que favorece hipertensão e também o diabetes”, resume. Dullius, diabética e vegetariana há 30 anos, ensina que, para substituir a carne sem sofrer, basta fazer adaptações com valores nutricionais equivalentes ou parecidos. “A grande questão é de onde você pode tirar a proteína, que pode ser encontrada em muitos outros alimentos, como no arroz e no feijão”, sugere. “Produtos industrializados trazem conforto em termos de acesso ao alimento, mas favorecem o ganho de peso e a intoxicação.”

 

 

Especialista em nutrição clínica, Guilherme Mendes diz que os efeitos da carne vermelha em diabéticos já são conhecidos. “O que é novo é essa relação, a porcentagem que os pesquisadores de Harvard encontraram”, comenta. Ele explica que a carne vermelha em excesso favorece o surgimento de fatores inflamatórios na corrente sanguínea — o que pode ocasionar doenças autoimunes, problemas gastrointestinais e câncer. “Esses fatores inflamatórios, associados à obesidade, desencadeiam resistência à insulina”, completa. “Com o tempo, em torno de 10 a 11 anos, os sintomas aparecem.” Para driblar a doença, o jeito, segundo Mendes, é mudar: trocar carne vermelha pela branca de vez em quando, ingerir frutas, legumes e hortaliças e, claro, praticar atividade física. “Quase 70% dos casos de doenças crônicas têm a ver com o estilo de vida e fatores ambientais”, diz.“

 

 

Mudar alguns hábitos foi o caminho escolhido por Tânia Martins, 61 anos. Mesmo antes de saber que era diabética, a pedagoga conta que trouxe o costume de comer verduras e legumes de casa. “Minha avó paterna tinha diabetes e morreu com a perna amputada. Por isso, lá em casa, minha mãe sempre incentivou que a gente comesse direito. Eu já sabia que tinha 50% de chance de ser diabética”, explica. Quando casou-se, Tânia acostumou-se a ter sempre enlatados e alimentos embutidos na dispensa — por conta do marido, ela garante. Depois que o companheiro faleceu, foi a hora de abolir de vez alimentos industrializados do cardápio. “Antes, eu fazia supermercado em uma hora, mas agora demoro três vezes mais, porque tenho que ler os rótulos e ver o que posso ou não comer”, completa.

 

 

Hoje, Tânia pratica exercícios físicos cinco vezes por semana e evita ao máximo alimentos gordurosos. Além de controlar o diabetes e a hipertensão, ela conta que o novo estilo de vida só tem vantagens. “Não sinto mais cansaço, mal-estar. Antes, estava sempre ofegante”, compara. Ainda que não seja sua preocupação principal, ela garante que o ganho estético também compensa o esforço de trocar grandes quantidades de carne por grãos, salada e frutas. “Perdi mais ou menos 12kg depois que comecei a fazer a dieta, há três anos”, gaba-se.

 

 

Sem saber

Muitas vezes assintomática, a doença pode passar desapercebida por muito tempo. Diferentemente do diabetes tipo 1, em que não há produção de insulina, o tipo 2 ocorre devido a uma resistência do organismo ao hormônio. Essa versão da doença é a única que pode ser evitada, com a ajuda de uma dieta balanceada e exercícios físicos regulares. O brasileiro, contudo, parece não estar muito preocupado em diminuir a quantidade de carne vermelha no prato. Segundo dados do Sistema de Monitoramento de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas Não Transmissíveis (Vigitel) de 2010, 45,5% dos homens comem carne com excesso de gordura. As mulheres são mais contidas: 24,5% admitem consumir o alimento.

 

Fonte: Correio Braziliense

Procura por intercâmbio na terceira idade cresce 45% no primeiro semestre de 2011

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A procura por intercâmbio na terceira idade vem crescendo nos últimos cinco anos. Só no primeiro semestre de 2011, o STB, empresa especializada em turismo jovem e educação internacional, notou crescimento de 45% na busca deste público por programas internacionais.

 

 

Segundo o diretor de marketing da empresa, Samuel Lloyd, o crescimento é maior que o do mercado geral de intercâmbio, que avançou 25% no mesmo período.

 

 

O que diferencia o intercâmbio convencional para estudantes e o intercâmbio para terceira idade é a intenção do público. Segundo Lloyd, diferentemente dos estudantes que fazem intercâmbio para aperfeiçoar o currículo, o público da terceira idade, em sua maioria, já tem uma vida profissional resolvida e o intercâmbio é feito pelo puro prazer em aprender, seja uma língua nova ou uma culinária típica do país visitado.

 

 

Programas

De acordo com o diretor da IE Intercâmbio, Marcelo Albuquerque, o intercâmbio tem valor cultural maior que uma viagem tradicional e por este motivo o público da terceira idade está cada vez mais procurando este tipo de programa.

 

 

“Nos programas de intercâmbio as pessoas se conhecem e têm atividades agregadas, geralmente típicas do local, como o tango na Argentina, uma degustação de vinhos na Itália ou até mesmo curso de culinária”, explica Albuquerque.

 

 

Segundo o diretor de marketing do STB, por não ter uma obrigação de enriquecer o currículo profissional, este público procura aprender outras línguas menos comuns, como italiano, francês ou alemão, por exemplo. “Eles querem curtir a vida de maneira diferente depois dos 50 anos, aprender por gosto e pelo simples prazer de aprender”, explicou Lloyd.

 

 

Valores

Os preços podem variar de acordo com o que o cliente procura. Um pacote de 15 dias para destinos da América do Sul, por exemplo, pode custar em média R$ 5 mil com acomodação e passage. Segundo Marcelo, a IE vende em média mil intercâmbios por ano para pessoas com idade acima dos 50 anos e geralmente aposentados. Segundo ele, esse público já representa 5% da carteira de clientes e em 2008 não chegava a 2%.

 

 

Já no STB, um intercâmbio para Itália, com duração de 2 semanas, com atividades como aulas de culinária, degustação de vinho e aulas de italiano, sai por 1.218 euros mais R$ 288 de taxa de matrícula. Para participar do intercâmbio a idade mínima é de 50 anos.

 

 

Fonte: InfoMoney

Prevenção à osteoporose deve começar na infância

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Ministério da Saúde inicia mobilização de prevenção da doença, com foco na alimentação rica em cálcio e atividade física. Agravo atinge 10 milhões de brasileiros

 

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A osteoporose deve ser prevenida desde a infância. A mobilização nacional tem o objetivo de reduzir a incidência da doença, que atualmente atinge 10 milhões de brasileiros. O tema é “Prevenção da osteoporose: da criança à pessoa idosa” e chama a atenção para o fato de que a adoção de hábitos saudáveis pelas crianças pode prevenir, ou minimizar o aparecimento da doença na vida adulta.

 

A osteoporose faz parte do processo natural de envelhecimento e caracteriza-se pela diminuição substancial da massa óssea que provoca ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos à fraturas. “É uma doença silenciosa e que causa muito sofrimento, já que, geralmente, é descoberta em idosos, após fratura provocada por uma queda e até escorregão”, explica a coordenadora da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado.

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo, 13% a 18% das mulheres e 3% a 6% dos homens, acima de 50 anos, sofrem com a osteoporose. No Brasil, o número de pessoas que possuem a doença chega a 10 milhões e os gastos com o tratamento e a assistência no Sistema Único de Saúde (SUS), são altos. “Só em 2010, o SUS gastou aproximadamenteR$ 81 milhões para a atenção ao paciente portador de osteoporose e vítima de quedas e fraturas”, informa Luiza Machado.

 

A meta do governo federal é reduzir em 2%, ao ano, a taxa de internação hospitalar por fratura de fêmur em pessoas idosas. Apenas, em 2010, foram internados 74 mil brasileiros na rede pública por fratura de fêmur. Para isso, o governo federal firmou acordo com estados e municípios (com população acima de 100 mil habitantes), para a redução progressiva de internações por fratura de fêmur, desde 2008 com o Pacto Pela Vida.

 

 Fonte: saúde.gov.br

Gastrite: a alimentação que evita crises

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Conheça a combinação correta de alimentos que impede as crises de gastrite e promove um alívio duradouro

 

 

 

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As proteínas do ovo ajudam a reconstituir a parede do estômago após o jejum noturno e o pão integral controla os níveis de ácido clorídrico, substância por trás da queimação
Foto: Dreamstime

 

Seja de origem bacteriana ou emocional, o desconforto na parte superior do abdômen é o mesmo. Quem sofre de gastrite apresenta sintomas como dor de estômago e queimação. Essa inflamação no órgão que tem como responsabilidade preparar os alimentos e enviá-los ao intestino delgado aparece quando suas paredes internas passam a não suportar o ácido que circula por ali e que é essencial para a digestão das proteínas. Sem os cuidados adequados, a gastrite pode evoluir para problemas mais sérios, como úlcera e até câncer.

 

Uma bactéria incendiária, a Helicobacter pylori, é a principal causa da ardência estomacal. Geralmente, o micro-organismo se aloja nesse órgão e, dependendo da sorte do hospedeiro, assume a persona de um piromaníaco. “A bactéria não discrimina nem sexo nem faixa etária”, diz o gastroenterologista Flavio Steinwurz, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Felizmente, dá para controlar o ímpeto ardoroso do micróbio com alimentos capazes de apagar esse fogo todo.

 

Café da manhã

 

As proteínas do ovo ajudam a reconstituir a parede do estômago após o jejum noturno e o pão integral controla os níveis de ácido clorídrico, substância por trás da queimação.

 

Almoço

 

As fibras da maçã e do arroz integral somadas ao betacaroteno da cenoura também protegem contra o incêndio.

 

Entre refeições

 

O iogurte equilibra os níveis de acidez estomacal e os grãos integrais dão uma força e tanto para o bom trabalho da digestão.

 

Jantar

 

A água de coco hidrata e ameniza a dor. Os brócolis complementam o serviço, diminuindo a inflamação.

 

Restringir a produção de ácido ficando de olho no que a gente come é de extrema importância, já que cada mordida dá a largada para o sistema digestivo trabalhar. Essa tática minimiza a agressão contra as paredes internas do estômago – e isso proporciona um alívio daqueles. Mas, além do monitoramento das refeições, outros passos podem amenizar a ardência e a controlar a progressão das lesões. A mastigação, como primeira fase da digestão, poupa os esforços do órgão. “A amilase, enzima da saliva, começa a quebrar o amido já na boca”, conta Flavio Steinwurz.

 

Comer várias vezes ao dia também está no topo da lista de conselhos de qualquer nutrólogo ou nutricionista. “Quantidades menores fazem com que o estômago não fique abarrotado”, diz a nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria, na capital paulista. “Dessa maneira, o tempo de jejum também diminui, prevenindo a acidificação estomacal e, consequentemente, as crises de gastrite”, complementa Dan Waitzberg.

 

Na hora do suplício, vale apelar para chás antiácidos. “O de espinheira-santa, planta do Sul do Brasil, pode ajudar”, recomenda Waitzberg. E cuidado com o leite puro, que estimula a secreção de suco gástrico, e anti-inflamatórios. “Como são dissolvidos e absorvidos no próprio estômago, acabam causando lesões”, explica Fernando Bahdur, médico da Associação Brasileira de Nutrologia. Agora é só evitar os alimentos incendiários e investir nos protetores. E coma sem medo.

 

Os incendiários do estômago

 

Eles ou estimulam a produção de ácido estomacal ou agridem diretamente a mucosa do órgão. E aí é desconforto na certa. Estamos falando de: café, chocolate, bebidas alcoólicas, alho, pimenta, mostarda, cebola, molho de tomate, energéticos e frutas ácidas, como o abacaxi, a laranja, o limão e a acerola.

 

Fonte: site SAÚDE Tweet

Brotos eliminam toxinas e facilitam a digestão

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Adicionar brotos crus às refeições supre a cota diária de diversos nutrientes e melhoram a digestão


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Broto de alfafa protege seu organismo contra leucemia, por exemplo
Foto: Dreamstime


Os brotos são embriões de plantas em pleno crescimento e, quando vão à mesa, deixam qualquer prato mais nutritivo. É o que mostra “Brotos: Receitas da Culinária Viva” (Editora Alaúde), da consultora de nutrição americana Kathleen O’Bannon.

 

 

Ali a gente fica sabendo que as sementes, suas precursoras, são ricas em fibras, e, após germinarem, apresentam concentrações até 15 vezes maiores de enzimas. “Elas atuam diretamente na digestão, melhorando o funcionamento do intestino”, explica Alberto Peribanez, médico e especialista em nutracêutica que assina o prefácio da obra. “Até a respiração celular é favorecida”, completa.

 

 

Sem falar que os brotos auxiliam a eliminar as toxinas que ficam circulando pelo corpo. Eles também entram na receita do popular suco vivo. Feito de grãos germinados, como a linhaça, ele é rico em vitaminas como as A, D, E e K, gorduras do bem, além de propriedades antioxidantes que nos blindam contra diversas doenças.

 

 

Germinação

 

 

Quem disse que é preciso ter uma horta para plantar a própria comida? Kathleen O’Bannon, autora do livro, estimula o toque pessoal nas refeições. Desde a escolha da semente e germinação até as receitas de dar água na boca. Você pode escolher levando em conta os nutrientes, o recipiente usado ou o tempo que leva para cada broto crescer.

 

 

Algumas propriedades dos brotos:

 

 

Feijão-mungo

 

Essa leguminosa contém ferro e vitamina C. No Oriente, o broto é usado para baixar a temperatura em caso de febres.

 

 

Alfafa

 

Protege contra leucemia, dá um basta às placas que entopem as artérias e controla as ondas de calor da menopausa.

 

 

 Fonte: site SAÚDE Tweet

Amnésia e lapsos de memória: conheça a diferença

Comunicação Social da FUNCEF

 

A amnésia não pode ser comparada aos lapsos de memória. Conheça já a diferença existente entre eles

 

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 Lapsos de memória são comuns e mais saudáveis do que parece
Foto: Dreamstime

 
As pessoas se preocupam muito com a memória, exagerando a importância de lapsos (absolutamente normais!) e comparando-os à amnesia, um problema sério. “O saudável é não se lembrar de tudo.

 

 

 As pessoas precisam parar com tantas cobranças a cada lapso de memória que eventualmente acontece”, diz a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autora do livro “Pílulas de Neurociência para uma Vida Melhor” (Ed. Sextante).

 
Recordar é viver

 
“Ao acordar, sabemos quem somos, quem dorme do nosso lado, como preparar o café, o que fizemos ontem e que tarefas teremos hoje”, diz a psicóloga Lílian Stein, professora da PUC gaúcha. “A gente só percebe quando ela ‘falha’ ao esquecer uma senha ou a chave do carro.” Para Lílian, a maior parte das pessoas tem ótima memória. “Lapsos ocasionais são normais. Já quem sofre de amnésia, por doenças como o Alzheimer, em geral não percebe a perda de memória”, afirma. Sem contar que muitos esquecimentos decorrem de distração por estar às voltas com atividades simultâneas ou excessivas. “A falta de concentração prejudica o registro do fato, e um registro fraco dificulta a evocação posterior”, explica o professor de neurologia e neuropsicologia Benito Damasceno, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

 
Como ocorre a amnésia?

 
Ao contrário dos lapsos, a amnésia é resultado de problemas sérios, como traumas, doenças degenerativas ou acidente. Conheça o processo:

 
1. Em alguns casos de traumas, doenças degenerativas ou acidentes que provocam lesões cranianas, os neurônios são atingidos e quebram-se as sinapses, as ligações entre as células nervosas.

 

2. O hipocampo, pequena estrutura localizada no cérebro, processa as informações captadas pelos sentidos e as envia para diversos pontos do córtex, a superfície cerebral, onde serão consolidadas e armazenadas.

 

3. Em consequência, perdem-se as lembranças recentes, ou seja, aquelas apreendidas há dois ou três anos. E deixam de ser assimiladas novas informações. Mas as de longa data, já consolidadas, nunca se apagam.

 
Para lembrar

 
Apesar da “falha” eventual de memória ser normal, o aumento do uso de tecnologias tem feito com que muitas informações não sejam nem armazenadas pelo cérebro. Afinal, caso seja preciso lembrar-se de algo, basta acessar o arquivo eletrônico ou então fazer uma busca na internet, certo? Errado! Treinar a memória continua sendo importante para que os lapsos não causem incômodos. Confira então algumas dicas para exercitá-la!

 
• Preste bastante atenção às informações que recebe. Caso contrário, os mecanismos naturais de fixação do conhecimento não funcionam. Notar os detalhes auxilia a recordar rostos, nomes e ocasiões.

 
• Tente dormir bem – respeitando a quantidade de horas necessárias para seu organismo -, pois a fixação de novos dados ocorre durante o sono.

 
• Pratique atividades que exijam concentração e raciocínio, tais como ler, resolver palavras cruzadas e entreter-se com jogos e brincadeiras do tipo xadrez e dama ou mímica.

 

• Utilize técnicas de memorização. Elas consistem em estabelecer associações entre o que deseja lembrar e algo que já sabe e também em criar enredos para as informações. Por exemplo, um número de telefone pode ser dividido e associado à idade de pessoas íntimas. Ou, se você precisa comprar laranja e fermento no supermercado, imagine uma laranja que atingiu um tamanho gigantesco por causa do fermento. Pode parecer ridículo, mas funciona.

 
• Procure se envolver afetivamente com o assunto que quer gravar associando-o ou comparando-o a eventos agradáveis ou desagradáveis que você já vivenciou.

 

• Crie uma rotina fixa para as tarefas diárias e coloque seus objetos pessoais (chaves, agenda, óculos) sempre no mesmo lugar. Dessa forma é provável que perca menos coisas.

 
• Anote, escreva, copie. Esse hábito estimula a memória visual e ajuda a reter principalmente nomes e números.

 

 

Fonte:  site Tweet

Cartilha ensina a chegar à terceira idade com saúde

Comunicação Social da FUNCEF

Cuidados, como a ingestão de água, devem ser redobrados com o passar dos anos

 

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Os anos passam e… o que acontece? Esse é o título da cartilha lançada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) com orientações sobre como chegar à terceira idade com qualidade de vida. A publicação aponta os principais problemas de saúde que afetam os idosos e dá dicas para amenizá-los.

 
Segundo a SBGG, o processo de envelhecimento se intensifica a partir dos 25 anos. A composição corporal se altera, com a diminuição da água nas células e da massa muscular. Por outro lado, a gordura aumenta, principalmente nos quadris e abdômen.

 

 

Como o ritmo de renovação celular decai, os órgãos passam a funcionar com menos eficiência. Confira algumas dicas da cartilha para prevenir os prejuízos do tempo no corpo:
 

 

 Pele

 

Com o passar dos anos passamos a sentir menos sede. A pouca ingestão de líquido resseca os olhos, intestinos e a pele, o que provoca coceiras que podem levar a infecções. Além de beber água, homens e mulheres precisam passar creme hidratante e filtro solar em toda a pele. Na hora do banho, só devemos passar sabonete no rosto, pescoço, axilas, genitália e pés. No resto do corpo, basta água, nunca muito quente.

 

 

 Visão

 

O idoso deve ir ao oftalmologista ao menos uma vez ao ano, para um exame ocular abrangente. Diagnosticado cedo, o glaucoma e a doença degenerativa macular, que podem levar à cegueira, tem mais sucesso de tratamento.

 

 

Pálpebras

 

A queda das pálpebras superiores limita a visão lateral. Já a queda das pálpebras inferiores traz lacrimejamento, conjuntivite e até infecções. A correção dessa alteração é realizada por uma simples cirurgia plástica corretiva, que pode ser feita
gratuitamente pelo SUS.

 
Clique aqui para ver a cartilha na íntegra.

Os cinco estágios do sono

Comunicação Social da FUNCEF

 

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Embora muitos desconheçam, o momento do sono não é simplesmente o fechar dos olhos, sonhar, acordar e ponto. Nosso sono passa por alguns estágios, e cada um representa um nível de relaxamento, com suas devidas funções.  Conheça os níveis de profundidade do seu sono para que possa usufruí-lo por completo.

 

1° fase – É a fase de introdução ao sono, um tanto indefinida, meio dormindo, meio acordado, com pensamentos malucos e incontroláveis que vagam pela mente. Esse estágio costuma durar até 15 minutos. As tensões musculares diminuem, preparando o corpo para um relaxamento maior.

 

2° fase – Nessa fase estamos num sono razoavelmente leve, embora já tenhamos cruzado o limite entre estar dormindo e estar acordado. A temperatura do corpo cai na mesma medida que a respiração, e dura cerca de 20 minutos.

 

3° fase – O corpo começa a entrar no sono profundo. As ondas cerebrais tornam-se amplas e lentas. É  a fase mais rápida do ciclo. Corresponde a uma média de 5% do tempo de sono.

 

4° fase – Aqui já chegamos ao sono profundo, responsável por repor ao nosso corpo toda energia gasta durante o dia. É nessa fase também que são liberados os hormônios responsáveis pelo crescimento e recuperação de nossos órgãos e células.

 

5° fase: Sono REM –  É neste estágio que surgem os sonhos, e nossa atividade cerebral é desencadeada a todo vapor. O cérebro fixa as informações importantes captadas durante o dia e descarta os dados inúteis. Durante o REM, os músculos longos do tronco, os braços e as pernas estão paralisados. Aumenta-se o fluxo sanguíneo em direção ao cérebro e a respiração fica mais rápida e entrecortada.

 

Depois de 10 minutos de REM o ciclo recomeça.

 

Nas primeiras horas da noite predominam as fases 3 e 4.  Mas ao amanhecer percorre-se de quatro a cinco vezes o circuito do sono completo.

 

Postado por Juliana Cunha

http://blog.copelcolchoes.com.br/saude/os-cinco-estagios-do-sono/

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