Prevenção à osteoporose deve começar na infância

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Ministério da Saúde inicia mobilização de prevenção da doença, com foco na alimentação rica em cálcio e atividade física. Agravo atinge 10 milhões de brasileiros

 

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A osteoporose deve ser prevenida desde a infância. A mobilização nacional tem o objetivo de reduzir a incidência da doença, que atualmente atinge 10 milhões de brasileiros. O tema é “Prevenção da osteoporose: da criança à pessoa idosa” e chama a atenção para o fato de que a adoção de hábitos saudáveis pelas crianças pode prevenir, ou minimizar o aparecimento da doença na vida adulta.

 

A osteoporose faz parte do processo natural de envelhecimento e caracteriza-se pela diminuição substancial da massa óssea que provoca ossos ocos, finos e de extrema sensibilidade, mais sujeitos à fraturas. “É uma doença silenciosa e que causa muito sofrimento, já que, geralmente, é descoberta em idosos, após fratura provocada por uma queda e até escorregão”, explica a coordenadora da Saúde do Idoso, do Ministério da Saúde, Luiza Machado.

 

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), no mundo, 13% a 18% das mulheres e 3% a 6% dos homens, acima de 50 anos, sofrem com a osteoporose. No Brasil, o número de pessoas que possuem a doença chega a 10 milhões e os gastos com o tratamento e a assistência no Sistema Único de Saúde (SUS), são altos. “Só em 2010, o SUS gastou aproximadamenteR$ 81 milhões para a atenção ao paciente portador de osteoporose e vítima de quedas e fraturas”, informa Luiza Machado.

 

A meta do governo federal é reduzir em 2%, ao ano, a taxa de internação hospitalar por fratura de fêmur em pessoas idosas. Apenas, em 2010, foram internados 74 mil brasileiros na rede pública por fratura de fêmur. Para isso, o governo federal firmou acordo com estados e municípios (com população acima de 100 mil habitantes), para a redução progressiva de internações por fratura de fêmur, desde 2008 com o Pacto Pela Vida.

 

 Fonte: saúde.gov.br

Gastrite: a alimentação que evita crises

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Conheça a combinação correta de alimentos que impede as crises de gastrite e promove um alívio duradouro

 

 

 

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As proteínas do ovo ajudam a reconstituir a parede do estômago após o jejum noturno e o pão integral controla os níveis de ácido clorídrico, substância por trás da queimação
Foto: Dreamstime

 

Seja de origem bacteriana ou emocional, o desconforto na parte superior do abdômen é o mesmo. Quem sofre de gastrite apresenta sintomas como dor de estômago e queimação. Essa inflamação no órgão que tem como responsabilidade preparar os alimentos e enviá-los ao intestino delgado aparece quando suas paredes internas passam a não suportar o ácido que circula por ali e que é essencial para a digestão das proteínas. Sem os cuidados adequados, a gastrite pode evoluir para problemas mais sérios, como úlcera e até câncer.

 

Uma bactéria incendiária, a Helicobacter pylori, é a principal causa da ardência estomacal. Geralmente, o micro-organismo se aloja nesse órgão e, dependendo da sorte do hospedeiro, assume a persona de um piromaníaco. “A bactéria não discrimina nem sexo nem faixa etária”, diz o gastroenterologista Flavio Steinwurz, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Felizmente, dá para controlar o ímpeto ardoroso do micróbio com alimentos capazes de apagar esse fogo todo.

 

Café da manhã

 

As proteínas do ovo ajudam a reconstituir a parede do estômago após o jejum noturno e o pão integral controla os níveis de ácido clorídrico, substância por trás da queimação.

 

Almoço

 

As fibras da maçã e do arroz integral somadas ao betacaroteno da cenoura também protegem contra o incêndio.

 

Entre refeições

 

O iogurte equilibra os níveis de acidez estomacal e os grãos integrais dão uma força e tanto para o bom trabalho da digestão.

 

Jantar

 

A água de coco hidrata e ameniza a dor. Os brócolis complementam o serviço, diminuindo a inflamação.

 

Restringir a produção de ácido ficando de olho no que a gente come é de extrema importância, já que cada mordida dá a largada para o sistema digestivo trabalhar. Essa tática minimiza a agressão contra as paredes internas do estômago – e isso proporciona um alívio daqueles. Mas, além do monitoramento das refeições, outros passos podem amenizar a ardência e a controlar a progressão das lesões. A mastigação, como primeira fase da digestão, poupa os esforços do órgão. “A amilase, enzima da saliva, começa a quebrar o amido já na boca”, conta Flavio Steinwurz.

 

Comer várias vezes ao dia também está no topo da lista de conselhos de qualquer nutrólogo ou nutricionista. “Quantidades menores fazem com que o estômago não fique abarrotado”, diz a nutricionista Beatriz Botéquio, da Equilibrium Consultoria, na capital paulista. “Dessa maneira, o tempo de jejum também diminui, prevenindo a acidificação estomacal e, consequentemente, as crises de gastrite”, complementa Dan Waitzberg.

 

Na hora do suplício, vale apelar para chás antiácidos. “O de espinheira-santa, planta do Sul do Brasil, pode ajudar”, recomenda Waitzberg. E cuidado com o leite puro, que estimula a secreção de suco gástrico, e anti-inflamatórios. “Como são dissolvidos e absorvidos no próprio estômago, acabam causando lesões”, explica Fernando Bahdur, médico da Associação Brasileira de Nutrologia. Agora é só evitar os alimentos incendiários e investir nos protetores. E coma sem medo.

 

Os incendiários do estômago

 

Eles ou estimulam a produção de ácido estomacal ou agridem diretamente a mucosa do órgão. E aí é desconforto na certa. Estamos falando de: café, chocolate, bebidas alcoólicas, alho, pimenta, mostarda, cebola, molho de tomate, energéticos e frutas ácidas, como o abacaxi, a laranja, o limão e a acerola.

 

Fonte: site SAÚDE Tweet

Brotos eliminam toxinas e facilitam a digestão

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Adicionar brotos crus às refeições supre a cota diária de diversos nutrientes e melhoram a digestão


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Broto de alfafa protege seu organismo contra leucemia, por exemplo
Foto: Dreamstime


Os brotos são embriões de plantas em pleno crescimento e, quando vão à mesa, deixam qualquer prato mais nutritivo. É o que mostra “Brotos: Receitas da Culinária Viva” (Editora Alaúde), da consultora de nutrição americana Kathleen O’Bannon.

 

 

Ali a gente fica sabendo que as sementes, suas precursoras, são ricas em fibras, e, após germinarem, apresentam concentrações até 15 vezes maiores de enzimas. “Elas atuam diretamente na digestão, melhorando o funcionamento do intestino”, explica Alberto Peribanez, médico e especialista em nutracêutica que assina o prefácio da obra. “Até a respiração celular é favorecida”, completa.

 

 

Sem falar que os brotos auxiliam a eliminar as toxinas que ficam circulando pelo corpo. Eles também entram na receita do popular suco vivo. Feito de grãos germinados, como a linhaça, ele é rico em vitaminas como as A, D, E e K, gorduras do bem, além de propriedades antioxidantes que nos blindam contra diversas doenças.

 

 

Germinação

 

 

Quem disse que é preciso ter uma horta para plantar a própria comida? Kathleen O’Bannon, autora do livro, estimula o toque pessoal nas refeições. Desde a escolha da semente e germinação até as receitas de dar água na boca. Você pode escolher levando em conta os nutrientes, o recipiente usado ou o tempo que leva para cada broto crescer.

 

 

Algumas propriedades dos brotos:

 

 

Feijão-mungo

 

Essa leguminosa contém ferro e vitamina C. No Oriente, o broto é usado para baixar a temperatura em caso de febres.

 

 

Alfafa

 

Protege contra leucemia, dá um basta às placas que entopem as artérias e controla as ondas de calor da menopausa.

 

 

 Fonte: site SAÚDE Tweet

Amnésia e lapsos de memória: conheça a diferença

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A amnésia não pode ser comparada aos lapsos de memória. Conheça já a diferença existente entre eles

 

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 Lapsos de memória são comuns e mais saudáveis do que parece
Foto: Dreamstime

 
As pessoas se preocupam muito com a memória, exagerando a importância de lapsos (absolutamente normais!) e comparando-os à amnesia, um problema sério. “O saudável é não se lembrar de tudo.

 

 

 As pessoas precisam parar com tantas cobranças a cada lapso de memória que eventualmente acontece”, diz a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autora do livro “Pílulas de Neurociência para uma Vida Melhor” (Ed. Sextante).

 
Recordar é viver

 
“Ao acordar, sabemos quem somos, quem dorme do nosso lado, como preparar o café, o que fizemos ontem e que tarefas teremos hoje”, diz a psicóloga Lílian Stein, professora da PUC gaúcha. “A gente só percebe quando ela ‘falha’ ao esquecer uma senha ou a chave do carro.” Para Lílian, a maior parte das pessoas tem ótima memória. “Lapsos ocasionais são normais. Já quem sofre de amnésia, por doenças como o Alzheimer, em geral não percebe a perda de memória”, afirma. Sem contar que muitos esquecimentos decorrem de distração por estar às voltas com atividades simultâneas ou excessivas. “A falta de concentração prejudica o registro do fato, e um registro fraco dificulta a evocação posterior”, explica o professor de neurologia e neuropsicologia Benito Damasceno, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp.

 
Como ocorre a amnésia?

 
Ao contrário dos lapsos, a amnésia é resultado de problemas sérios, como traumas, doenças degenerativas ou acidente. Conheça o processo:

 
1. Em alguns casos de traumas, doenças degenerativas ou acidentes que provocam lesões cranianas, os neurônios são atingidos e quebram-se as sinapses, as ligações entre as células nervosas.

 

2. O hipocampo, pequena estrutura localizada no cérebro, processa as informações captadas pelos sentidos e as envia para diversos pontos do córtex, a superfície cerebral, onde serão consolidadas e armazenadas.

 

3. Em consequência, perdem-se as lembranças recentes, ou seja, aquelas apreendidas há dois ou três anos. E deixam de ser assimiladas novas informações. Mas as de longa data, já consolidadas, nunca se apagam.

 
Para lembrar

 
Apesar da “falha” eventual de memória ser normal, o aumento do uso de tecnologias tem feito com que muitas informações não sejam nem armazenadas pelo cérebro. Afinal, caso seja preciso lembrar-se de algo, basta acessar o arquivo eletrônico ou então fazer uma busca na internet, certo? Errado! Treinar a memória continua sendo importante para que os lapsos não causem incômodos. Confira então algumas dicas para exercitá-la!

 
• Preste bastante atenção às informações que recebe. Caso contrário, os mecanismos naturais de fixação do conhecimento não funcionam. Notar os detalhes auxilia a recordar rostos, nomes e ocasiões.

 
• Tente dormir bem – respeitando a quantidade de horas necessárias para seu organismo -, pois a fixação de novos dados ocorre durante o sono.

 
• Pratique atividades que exijam concentração e raciocínio, tais como ler, resolver palavras cruzadas e entreter-se com jogos e brincadeiras do tipo xadrez e dama ou mímica.

 

• Utilize técnicas de memorização. Elas consistem em estabelecer associações entre o que deseja lembrar e algo que já sabe e também em criar enredos para as informações. Por exemplo, um número de telefone pode ser dividido e associado à idade de pessoas íntimas. Ou, se você precisa comprar laranja e fermento no supermercado, imagine uma laranja que atingiu um tamanho gigantesco por causa do fermento. Pode parecer ridículo, mas funciona.

 
• Procure se envolver afetivamente com o assunto que quer gravar associando-o ou comparando-o a eventos agradáveis ou desagradáveis que você já vivenciou.

 

• Crie uma rotina fixa para as tarefas diárias e coloque seus objetos pessoais (chaves, agenda, óculos) sempre no mesmo lugar. Dessa forma é provável que perca menos coisas.

 
• Anote, escreva, copie. Esse hábito estimula a memória visual e ajuda a reter principalmente nomes e números.

 

 

Fonte:  site Tweet

Cartilha ensina a chegar à terceira idade com saúde

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Cuidados, como a ingestão de água, devem ser redobrados com o passar dos anos

 

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Os anos passam e… o que acontece? Esse é o título da cartilha lançada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) com orientações sobre como chegar à terceira idade com qualidade de vida. A publicação aponta os principais problemas de saúde que afetam os idosos e dá dicas para amenizá-los.

 
Segundo a SBGG, o processo de envelhecimento se intensifica a partir dos 25 anos. A composição corporal se altera, com a diminuição da água nas células e da massa muscular. Por outro lado, a gordura aumenta, principalmente nos quadris e abdômen.

 

 

Como o ritmo de renovação celular decai, os órgãos passam a funcionar com menos eficiência. Confira algumas dicas da cartilha para prevenir os prejuízos do tempo no corpo:
 

 

 Pele

 

Com o passar dos anos passamos a sentir menos sede. A pouca ingestão de líquido resseca os olhos, intestinos e a pele, o que provoca coceiras que podem levar a infecções. Além de beber água, homens e mulheres precisam passar creme hidratante e filtro solar em toda a pele. Na hora do banho, só devemos passar sabonete no rosto, pescoço, axilas, genitália e pés. No resto do corpo, basta água, nunca muito quente.

 

 

 Visão

 

O idoso deve ir ao oftalmologista ao menos uma vez ao ano, para um exame ocular abrangente. Diagnosticado cedo, o glaucoma e a doença degenerativa macular, que podem levar à cegueira, tem mais sucesso de tratamento.

 

 

Pálpebras

 

A queda das pálpebras superiores limita a visão lateral. Já a queda das pálpebras inferiores traz lacrimejamento, conjuntivite e até infecções. A correção dessa alteração é realizada por uma simples cirurgia plástica corretiva, que pode ser feita
gratuitamente pelo SUS.

 
Clique aqui para ver a cartilha na íntegra.

Os cinco estágios do sono

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Embora muitos desconheçam, o momento do sono não é simplesmente o fechar dos olhos, sonhar, acordar e ponto. Nosso sono passa por alguns estágios, e cada um representa um nível de relaxamento, com suas devidas funções.  Conheça os níveis de profundidade do seu sono para que possa usufruí-lo por completo.

 

1° fase – É a fase de introdução ao sono, um tanto indefinida, meio dormindo, meio acordado, com pensamentos malucos e incontroláveis que vagam pela mente. Esse estágio costuma durar até 15 minutos. As tensões musculares diminuem, preparando o corpo para um relaxamento maior.

 

2° fase – Nessa fase estamos num sono razoavelmente leve, embora já tenhamos cruzado o limite entre estar dormindo e estar acordado. A temperatura do corpo cai na mesma medida que a respiração, e dura cerca de 20 minutos.

 

3° fase – O corpo começa a entrar no sono profundo. As ondas cerebrais tornam-se amplas e lentas. É  a fase mais rápida do ciclo. Corresponde a uma média de 5% do tempo de sono.

 

4° fase – Aqui já chegamos ao sono profundo, responsável por repor ao nosso corpo toda energia gasta durante o dia. É nessa fase também que são liberados os hormônios responsáveis pelo crescimento e recuperação de nossos órgãos e células.

 

5° fase: Sono REM –  É neste estágio que surgem os sonhos, e nossa atividade cerebral é desencadeada a todo vapor. O cérebro fixa as informações importantes captadas durante o dia e descarta os dados inúteis. Durante o REM, os músculos longos do tronco, os braços e as pernas estão paralisados. Aumenta-se o fluxo sanguíneo em direção ao cérebro e a respiração fica mais rápida e entrecortada.

 

Depois de 10 minutos de REM o ciclo recomeça.

 

Nas primeiras horas da noite predominam as fases 3 e 4.  Mas ao amanhecer percorre-se de quatro a cinco vezes o circuito do sono completo.

 

Postado por Juliana Cunha

http://blog.copelcolchoes.com.br/saude/os-cinco-estagios-do-sono/

Conheça 09 dicas para diminuir os sintomas da menopausa

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Quando os ovários param de funcionar, uma nova fase da vida começa para a mulher: a menopausa. Este estágio natural é anunciado por irregularidades menstruais que podem ocasionar depressão, mau humor, calor e disfunções sexuais.  Embora não seja uma doença, é preciso tomar alguns cuidados para diminuir os sintomas do climatério e, consequentemente, resgatar a autoestima e o bem-estar.

 

Cuide da alimentação:

 

 - Faça pequenas e variadas refeições ao longo do dia. Comer em excesso pode prejudicar o organismo e aumentar o acúmulo de gordura (nessa fase a queima de gordura é bem mais lenta).

 

- Crie o hábito de comer linhaça. Assim, você preserva o ômega 3 e lignanas utilizada na terapia de reposição hormonal.

 

- Devido a facilidade para engordar e aumentar o colesterol ruim e triglicérides, evite frituras, alimentos gordurosos, excesso de açúcares, massas e sobremesas com frequência.

 

- Ingerir sementes de amaranto também é uma dica ótima para controlar o colesterol.

 

- Para ajudar na osteoporose, consuma alimentos ricos em cálcio, como vegetais verde-escuros, peixes, sementes de abóbora, melancia, leite de soja enriquecido com cálcio, tofu, leites de vaca desnatado e seus derivados.

 

- Aumente o consumo de água. Evite bebidas alcoólicas, café e refrigerantes.

 

- Introduza a soja na alimentação.

 

- Aumente o consumo de alimentos antioxidantes, como laranja, kiwi, acerola, mexerica, pimentão, cenoura, abóbora, mamão, tomate, folhas verde-escuras, nozes, castanhas, óleos vegetais, cereais integrais, carnes, castanha do pará, peixes e pistache.

 

- Cuidado com o excesso de sal na alimentação.

 

Fonte: Associação Brasileira do Climatério

Atividades físicas trazem benefícios também ao cérebro

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 A prática de exercício ativa a memória, reduz a ansiedade, dá prazer e alivia a tensão do cérebro

 

 

Que a prática de esportes faz bem para o corpo, tonifica os músculos e melhora a capacidade respiratória, todo mundo já sabe. Mas os cientistas descobriram que, muito além dos benefícios para o corpo, os exercícios são ótimos para a saúde do cérebro. Fazer artes marciais, dança, natação, e outros esportes favorece o bombeamento de sangue, o que indica mais oxigênio pelo corpo, inclusive para as células da massa cinzenta. Isso significa que quem faz exercícios físicos regularmente tem risco menor de sofrer AVCs (acidentes vasculares cerebrais).

 

 

Os exercícios aeróbicos também estimulam a criação de novos neurônios, o que era impensável até o fim dos anos 90, quando se acreditava que nascíamos com uma quantidade certa de neurônios (cerca de 86 milhões) e que esse número só diminuiria com os anos.

 

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“Além de possibilitar o ganho de novos neurônios, o exercício aumenta a capacidade de interação e comunicação entre eles, que é o que chamamos de sinapse”, afirma Li Li Min, professor do Departamento de Neurologia da Unicamp. Isso quer dizer que os exercícios físicos não só aumentam a quantidade de jogadores em campo no cérebro (que seriam os novos neurônios) como também melhoram a qualidade do passe entre eles (sinapse).

 

 

Os pesquisadores coordenados por Min analisaram imagens cerebrais de oito lutadores de judô, oito corredores de maratonas de longa distância e 20 sedentários. E perceberam um aumento na massa cinzenta daqueles que praticavam esportes.

 

 

“A pesquisa serviu para mostrar a capacidade adaptativa do cérebro aos exercícios. Se a prática de esportes pode influir inclusive na plasticidade da massa cinzenta, fazendo com que áreas do cérebro se desenvolvam mais, isso indica que os benefícios das atividades físicas são mesmo inegáveis à mente”, diz Min.

 

 

Assim como a questão dos neurônios, o aumento da massa do cérebro era outro tabu: acreditava-se que ela só podia ser desenvolvida por algumas doenças que fariam o órgão se tornar maior em alguma parte. O estudo do professor Min mostrou que, como qualquer músculo do corpo, o cérebro também pode “ganhar massa”, dependendo da região à qual aquela prática esportiva está associada.

 

Fonte: Site Vida Simples

Como administrar suas finanças e terminar o ano azul

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Final do ano se aproximando e com ele vem as festas, reuniões, férias escolares, enfim, momentos de descanso. Mas, olhando para seu bolso, você já sabe como vai administrar seus ganhos e gastos extras, aquelas dívidas que vêm se arrastando e terminar o ano no azul?

 

Algumas sugestões, elaboradas pelo educador financeiro Reinaldo Domingos, podem ajudar:

 

1. Tenha sonhos – De acordo com Domingos, são os sonhos que movem as pessoas, “nós só nos movemos quanto temos motivos, quando temos um desejo”. É exatamente isso que vai ajudá-lo a economizar e reunir esforços para conquistar o que deseja, seja um computador, um carro, uma casa, uma grande viagem ou pagar suas dívidas.

 

Se o indivíduo define como meta sair das dívidas, isso já é uma importante atitude para conquistar esse objetivo.

 

2. Reúna a família – Outra atitude que deve ser considerada é envolver toda a família quando o assunto for dinheiro, inclusive os filhos. É importante saber dos interesses de cada um e fazer com que todos colaborem para atingir os objetivos.

 

De acordo com Domingos, quando todos entendem qual a situação financeira da família e percebem que é preciso da contribuição de todos para conquistar as metas, neste caso, de economizar para sair das dívidas, torna-se mais fácil alcançar esse objetivo.

 

3. Faça um diagnóstico apurado – Para cortar despesas e controlar suas finanças, é preciso, antes de tudo, saber para onde o dinheiro está indo. Domingos orienta que se faça uma observação de um mês, anotando todos os gastos da família. Esse diagnóstico vai permitir tomar decisões coerentes e que farão diferença, você pode ir ao seu credor e renegociar suas dívidas, cortar o limite do cheque especial e fazer ajustes em qualquer outro ponto que estiver impactando suas contas.

 

4. Corte os gastos – Se você precisa de dinheiro, lembre-se que “é possível reduzir os gastos em todas as despesas”, observa Domingos, ressaltando que não se deve subestimar o quanto é possível fazer cortes nas despesas essenciais. O educador financeiro explica que é possível economizar cerca de 20% a 30% de todos os gastos essenciais, como na conta de água, luz e telefone.

 

Mudando de atitude

 

É comum os educadores financeiros aconselharem as pessoas a pagar suas dívidas no final do ano com o 13° ou com aquelas bonificações que recebem no último mês do ano. Mas para Domingos, essa atitude nada mais é do que a simples repetição de um erro, “se você fizer do jeito que sempre fez, nada vai mudar”.

 

Domingos explica que esse é um dos comportamentos mais comuns e equivocados que ele observa. “No momento em que a pessoa tem um dinheiro extra, ela vai apagar os incêndios”, pontua, orientando que a atitude certa é adotar uma postura preventiva, ou seja, combater as causas do seu endividamento e não os efeitos dele.

 

Consciente disso e com pretensão de terminar o ano sem complicações financeiras, Domingos sugere que a pessoa faça um diagnóstico financeiro, com o principal objetivo de entender o que foi que aconteceu. Pergunte-se, neste momento, porque você está endividado, onde foi que você errou ou está errando.

 

Educação financeira, crédito fácil e publicidade

 

Nessa reflexão o educador financeiro pontua alguns dos principais fatores que fazem com que as pessoas tenham problemas financeiros. Em primeiro lugar está a ausência de informações, que se traduz na falta de educação financeira. A sugestão, aqui, é ler sobre como administrar suas finanças, fazer cursos sobre o tema e conversar com especialistas da área.

 

Outro fator que contribui muito com o endividamento é o crédito fácil. “Hoje em dia o acesso ao crédito está muito simples, muitas vezes nem é preciso pedir que ele está lá”, lembra Domingos. A recomendação é simples: muito cuidado com as facilidades.

 

Por fim, é importante ter o conhecimento de que estamos constantemente sendo influenciados pelo marketing publicitário. “As pessoas compram coisas que não precisam, com dinheiro que não tem, para impressionar pessoas que nem conhecem”, critica.

 

Ganhos extras

 

Se o ganho extras de final de ano não deve ser utilizado para pagar as contas atrasadas, o que fazer com ele então? O educador financeiro aconselha que o décimo terceiro e as bonificações sejam utilizadas para três fins, principalmente. Em primeiro lugar, reserve parte desse recurso para os presentes de final do ano, com a ressalva clássica: não exagere, optando sempre por presentes simbólicos ao invés de gastar mais do que se tem.

 

Outra parte deve ser separada para os gastos do início do ano como IPTU, IPVA, gastos com materiais escolares e imposto renda. A terceira parte deve ser poupada para emergências ou para a realização de algum grande sonho, como uma viagem.

 

Se o indivíduo estiver bem financeiramente, a sugestão é pensar na aposentadoria, independente da idade. Considere, portanto, algum investimento para este fim.

 

 

Fonte: Infomoney

Preparar a cabeça é chave para aproveitar aposentadoria ativa

Comunicação Social da FUNCEF

 

Angústias e hesitações da vida pós-trabalho podem ser superadas com programação adequada

 

 

Ronaldo aposentou-se. Apresentou ao público suas razões, em anúncio transmitido pela tevê: “Perdi para o meu corpo”. Mas não havia apenas lamento, desculpas e agradecimentos no discurso do maior artilheiro das copas do mundo. Ele falou de planos.
 

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Cursos de informática estão entre os preferidos pelos aposentados

 

Embora se possa julgar que o ex-craque – aos 34, condição financeira absurdamente favorecida etc. – não serve de parâmetro, é possível encontrar no episódio similaridades com casos de, digamos, mortais comuns. De alguma maneira, ou de várias maneiras, Ronaldo preparou-se para a aposentadoria. Para os tempos em que deixaria de ouvir milhares a lhe saudarem nos estádios.

 

Ele não pretende usar o (novo) tempo disponível somente para levar os filhos ao colégio bilíngue ou passear de barco por Angra. No pronunciamento, citou uma série de negócios a que pretende estar ligado no futuro – imediato e além.

 

 

É o que diz Ronaldo. E é o que se recomenda que se faça – uma preparação. Não só para gente de “menos idade”, “privilegiada”, como ele: a organização prévia é importante para todos. Uma tese de doutorado defendida recentemente na Faculdade de Medicina da USP trata do tema. Em “Fatores de risco à senilidade na transição à aposentadoria”, o psicólogo Juan Canizares estuda efeitos – psíquicos, sociais – do desligamento do emprego.

 

Orientador do trabalho, o médico Wilson Jacob Filho, professor da faculdade e diretor do serviço de geriatria do Hospital das Clínicas, observa que essa aposentadoria ativa necessita ser planejada. “O indivíduo deve, desde sempre, imaginar o que gostaria de fazer quando não estiver mais trabalhando. E, de preferência, ter respostas plurais: para ganhar algum dinheiro seria isso, para ter prazer seria aquilo… Ele deve, enfim, estar ciente que um dia irá se aposentar.”

 

Modelo antigo

Nosso modelo de aposentadoria foi estabelecido há meio século, época em que se acreditava que iríamos trabalhar por muito tempo (até por volta dos 60) e ficar aposentados por pouco tempo (uma década, mais ou menos). Pois o processo evolutivo, no que têm parte os avanços da ciência, se encarregou de tornar obsoleto esse desenho. “Hoje, uma pessoa de 60 anos tem plenas condições de começar alguma coisa, enquanto no passado ela estava em franca decadência”, avalia Jacob Filho.

 

Prestes a se aposentar, a professora Elaine Maria Curvelo Matos Tavoralo, de São Paulo (SP), é exemplo da modificação de conceitos. “A vida inteira lutei pela independência da mulher e agora vou ser dona de casa? Eu me perguntava: ‘Será que vou entrar em depressão, ter neurose?’. Essa é minha angústia”, conta. Para aplacar o sentimento, começou a fazer cursos, já em 2010, antes mesmo de parar de trabalhar. Deseja, inclusive, envolver-se em atividades remuneradas, “testar opções, começar outra fase da vida”.

 

Não é férias

Erra quem acredita que a temporada pós-trabalho é constituída de uma liberdade que só traz benefícios, conforto. Há o lado positivo, naturalmente. Mas quem trabalhou a vida inteira pode imaginar que deixará de ser produtivo, de verter recursos para a família, para a sociedade. “E, às vezes, é o contrário, essa pessoa mantém a família com o dinheiro da aposentadoria”, pondera a gerontóloga Cláudia Ajzen, professora de psicologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). “Tudo depende de como ela se aposentou em termos financeiros. Infelizmente, o dinheiro vai reger grande parte desse sossego.”

 

Neste mês de março, faz um ano que Ademir de Lima, 55, de São Paulo (SP), se aposentou. Era gerente de banco e acha que estava mesmo na hora de parar: “A profissão é altamente estressante. Agora, posso curtir um pouco a vida, minha mulher adora viajar”. Ele não deixa de notar, contudo, que “de vez em quando você fica meio estressado”. No seu caso, o ex-gerente passou a trabalhar com construção civil. “Pensei nisso antes de sair do banco. Lógico que é para ganhar um pouco de dinheiro, mas o principal é ter algo para me ocupar. Se você ficar em casa vendo televisão direto, você fica louco.”

 

Atividades adequadas

É consenso que a noção antiga que se tinha do aposentado – o sujeito em pijamas, vivendo repouso permanente – perdeu sentido. A medicina, sobretudo a preventiva, auxilia na manutenção do envelhecimento saudável. Houve também mudanças econômicas, sociais.

 

Vilma Fernandes começou a trabalhar como educadora em saúde pública nos anos 1950. Foi funcionária da secretaria de saúde do estado de São Paulo por décadas e se retirou há pouco mais de dez anos. Desde então, viaja com mais frequência, tem mais tempo para familiares. “E sou voluntária em oito instituições. Para mim, é importante ajudar.”

 

“As pessoas têm um valor de participação na comunidade, o que tem de ser estimulado sempre”, considera Marisa Aciolly, professora de gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP. “Aos que desejam continuar trabalhando, há empresas que oferecem serviços para idosos, com jornada inferior a oito horas por dia.”

 

Medo e depressão

Redução de dinheiro, prejuízo social, problemas de autoestima – são essas as contingências mais comuns enfrentadas por aposentados. Vivemos mais, e vivemos um tempo que dá extremo valor àquilo que é associado a comportamentos, e capacidades, dos jovens.

 

Jacob Filho ressalta que, na tese do psicólogo Juan Canizares, foram percebidos dois tipos de “medos” ligados à aposentadoria. O primeiro, mais usual, a perda de status: caem salários, bonificações. O segundo, a perda de prestígio: vale, principalmente, para posições de destaque, e Ronaldo e o ex-presidente Lula são exemplos notórios.

 

Se não é planejada, a aposentadoria pode ter implicações de ordem física e mental. Física porque a pessoa diminui o ritmo, move-se menos. Mental porque em geral a atividade cerebral diminui. “A repercussão é a piora da capacidade de raciocínio, cognitiva. O indivíduo passa, simultaneamente, por uma perda de autoestima, que pode ser a base para um estado de depressão.”

 

O estabelecimento de um plano permite a superação desse período de transição complicado. Que faz até Ronaldo, um célebre crítico da prática da concentração, admitir que sentirá falta do encarceramento involuntário dos jogadores às vésperas das partidas.

 

 

Por: Cauê Muraro
Fonte: IG.com

 

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