Comer no Natal sem engordar…
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Época de comemorações passadas em volta da mesa: almoços e jantares de empresa, jantares de amigos… Muitas vezes chega-se à noite de Natal já com um quilos a mais
Fonte: sermulher.mundopt.com (Com adaptações para o português do Brasil)
Preparar-se para este período com uma atitude positiva é um objetivo realista. Os rituais de Natal deixam de ser uma provação para quem pretenda manter o peso. Assumir que não vai resistir à mesa farta e resignar-se é a atitude que vai fazer você chegar em janeiro mais gordinha!
Estabeleça algumas regras alimentares para os dias que se avizinham – é a forma mais eficaz de manter o foco na manutenção do seu peso.
Controle o número de refeições diárias. Deverá fazer pelo menos 5 pequenas refeições fracionadas ao longo do dia.
Planeje as situações sociais. É fundamental ir bem alimentado(a) e saciado(a), para um almoço ou jantar. Para um almoço, por exemplo, coma antes de sair de casa meio pão ou uma barra de cereais integrais; para um jantar ou uma festa, coma uma sopa ou um iogurte magro com uma bolacha Maria.
Antecipe as dificuldades. Caso seja difícil resistir às entradas, peça uma sopa, uma salada de alface ou mista. Se tiver sem fome conseguirá resistir. Posteriormente, observe a comida presente (caso seja self service). Tente escolher o prato que mais lhe apetecer das opções saudáveis e menos calóricas.
Faça substituições alimentares. Caso sua maior dificuldade seja resistir às sobremesas, então opte por um prato somente acompanhado por vegetais ou uma salada, em detrimento dos hidratos de carbono (arroz, massa, batata), ou não consuma bebidas alcoólicas. Poupará calorias e poderá consumir uma sobremesa, sem haver tanta sobrecarga calórica.
Regra das compensações. Equilibre o excesso de calorias ingerido ou a ingerir. No dia em que tiver uma festa ou uma refeição mais calórica, prefira refeições mais leves durante o dia- mas nunca salte refeições! Faça mais exercício nesse dia ou no seguinte (pelo menos 40/45 minutos): ande mais a pé ou suba mais escadas durante essa semana.
Dr.ª Ana Ribeiro
Diagnóstico precoce do Mal de Alzheimer
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Imagem: PET SCAN DE ALZHEIMER
Fonte: Archives of Neurology/www.ficarjovemlevatempo.com.br
Pesquisa publicada no Archives of Neurology mostra que a perda de memória pode não ser o primeiro sinal da doença de Alzheimer. Ele pode estar representado pela perda de habilidades visuais e espaciais, como completar um quebra-cabeças ou localizar caminhos em um mapa, até três anos antes do diagnóstico, segundo estudo da University of Kansas.
O estudo teve como base 444 pessoas, das quais 134 desenvolveram demência. Em cada caso, os participantes fizeram uma bateria de testes de habilidades mentais, o que permitiu aos pesquisadores construírem modelos no computador que mostraram se estas habilidades declinam antes do diagnóstico de demência.
A presente pesquisa pode ajudar no diagnóstico mais precoce da doença e permitir que intervenções que atuem rapidamente possam ser cruciais para a efetividade do tratamento futuro.
Os resultados mostraram que as habilidades visuais e espaciais – requeridas para perceber a distância entre objetos – começam a declinar agudamente três anos antes do diagnóstico. No próximo ano, há uma queda geral das capacidades mentais, mas um declínio importante de perda de memória é registrado um ano antes do diagnóstico clínico.
Os pesquisadores disseram que uma estratégia que foque na perda de memória para diagnosticar a doença de Alzheimer é imperfeita e não demonstra as manifestações iniciais da doença.
Especialistas dão dicas de como lidar com o estresse
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Fonte: noticias.uol.com.br
Explosões de raiva por qualquer motivo, insônia, enxaqueca, depressão, taquicardia, dor de estômago. O estresse se manifesta de várias maneiras. Os sintomas, segundo a psicóloga Marilda Lipp, fundadora do Centro Psicológico de Controle do Stress e autora de 17 livros a respeito, podem ser divididos em três categorias: físicos (náuseas, formigamento, enxaqueca, artrite, doenças cardiovasculares, diarreia, taquicardia, ranger de dentes, queda de cabelo, manchas de pele, entre outros), cognitivos (déficits de concentração e atenção, prejuízo de memória) e emocionais (medo, ansiedade e baixa estima).
Como prevenção, o importante é saber utilizar, quando necessário, estratégias de enfrentamento, que podem ser aprendidas em qualquer momento da vida. Uma maneira eficaz, recomenda a psicóloga, é adotar hábitos de vida adequados – como a prática de esportes, passatempos, leitura, o autocuidado – e, acima de tudo, cultivar bons pensamentos. “Quando algo inevitável ocorrer em sua vida, tente dar a interpretação mais otimista possível. Não se recrimine por erros cometidos, nem fique agoniada com expectativas de que tudo vai dar errado. Mantenha sempre uma visão positiva e realista da vida, dos outros e de si própria. Esperar demais de qualquer um é, inevitavelmente, se expor a uma grande dose de decepção e estresse.”
Em pequenas doses, o estresse melhora o desempenho e aumenta a produtividade. Porém, quando persiste e se torna crônico, pode ter efeitos devastadores para a saúde e o bem-estar. Segundo o neurologista Rodrigo Schultz, professor de neurologia da Universidade Santo Amaro (Unisa), em São Paulo, o estresse é sempre associado a coisas ruins, mas, na verdade, torna-se positivo ou negativo de acordo com a percepção de cada um. “Viver sob pressão é regra da vida moderna, e isso se aplica a crianças, jovens e adultos, principalmente na faixa dos 25 aos 40″, diz ele, apontando algumas das preocupações frequentes hoje, como estudo, trabalho, dinheiro, saúde.
Gatilho
O gatilho do estresse é acionado quando a pessoa se defronta com uma situação de ameaça, seja ela objetiva ou subjetiva. “As glândulas suprarrenais são, então, encarregadas de fabricar os hormônios relacionados ao estresse: adrenalina, noradrenalina e cortisol”, diz o neurologista. Com isso, pode ocorrer falta de ar, tensão muscular, taquicardia e aumento da pressão arterial e das taxas de colesterol.
Fazer algum tipo de atividade física ajuda, mas, segundo o médico, é preciso organizar as atividades, executando-as por ordem de urgência. “Não adianta começar alguma tarefa, deixá-la pela metade, começar outra e assim por diante. Daí o ditado: tudo a seu tempo. Também é fundamental se dedicar a um hobby ou passatempo”, comenta.
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Esperança de vida do brasileiro chega a 72,68 anos, aponta IBGE
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Do UOL Notícias
Em São Paulo
Na década de 40, dificilmente um brasileiro passaria dos 50 anos. A esperança de vida ao nascer naquela época era de 45,5 anos. Quase 70 anos depois, os avanços da medicina e as melhores condições de vida para quem vive no Brasil fizeram o índice saltar mais de 27 anos. A população hoje vive em média 72,68 anos, segundo dados divulgados nesta terça-feira (1) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Só nos últimos dez anos, a avanço foi de 3,2 anos. Em 1998, o brasileiro vivia em média 69,66 anos. Já em 2008, as mulheres viviam 76,71 e os homens 69,11 anos.
Ou seja, o país está envelhecendo rapidamente. A projeção é de que até 2050 a população brasileira chegue aos 81,29 anos. A idade mediana da população também está aumentando. Em 1980, era de 20,20 anos. Em 2050, alcançar os 46,20 anos.
Nos próximos anos os idosos devem alcançar uma participação na sociedade maior à participação dos jovens. As crianças (0 a 14 anos) passaram de 38,24% da população em 1980 para 26,04% agora. Enquanto os idosos (65 anos ou mais) pularam de 4,01% para 6,67% no mesmo período. Em 2050, os jovens serão 13,15% e os mais velhos, 22,71% da população total.
“Mantidas as tendências dos parâmetros demográficos implícitas na projeção da população do Brasil, o País percorrerá velozmente um caminho rumo a um perfil demográfico cada vez mais envelhecido, fenômeno que, sem sombra de dúvidas, implicará em adequações nas políticas sociais, particularmente aquelas voltadas para atender as crescentes demandas nas áreas da saúde, previdência e assistência social”, destacou o IBGE.
Desde 1999, o instituto divulga anualmente a Tábua Completa de Mortalidade da população do Brasil, em cumprimento ao artigo 2º do Decreto Presidencial nº 3.266.
Os dados, referente a 1º de julho do ano anterior, são usados pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros do fator previdenciário das aposentadorias.
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