Programa Viaja Mais Melhor Idade oferecerá 35 destinos neste ano
Por Comunicação Social da FUNCEF 3 Comentários
O Viaja Mais Melhor Idade, programa que permite a aquisição de pacotes turísticos com condições especiais para a população da terceira idade, ampliou para 35 os destinos oferecidos, com saídas em 27 cidades.

Entre os novos destinos estão Lençóis Maranhenses (MA) e Chapada Diamantina (BA). As 13 operadoras selecionadas oferecerão dois tipos de pacotes diferentes: o básico e o especial. O primeiro inclui transporte, traslados, hospedagem, duas refeições diárias, dois passeios customizados e um seguro de viagem sem limite de idade. O pacote especial tem como diferenciais um guia de turismo especializado, três a cinco refeições diárias, diversos passeios e atividades especiais para esse público.
390 mil viagens
Desde o início do programa, em 2007, foram comercializados 390 mil pacotes, o que representa uma movimentação que ultrapassa R$ 351 milhões. O programa é iniciativa do Ministério do Turismo com parceria da Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo).
Para este ano, as operadoras selecionadas foram Aerop, CVC, Intercontinental, Luxtravel, Marsans, MGM, Monark, MSC Cruzeiros, New Line, Pomptur, Sanchat, Visual e Voetur.
“O Viaja Mais Melhor Idade mostrou que pode abarcar um público muito significativo, seja aquele de maior renda, seja aquele que emergiu nos últimos anos à classe média e que hoje consome novos produtos, entre eles um pacote turístico”, diz o coordenador do programa, Enzo Arns.
Fonte: Infomoney
Idade com qualidade
Por Comunicação Social da FUNCEF Nenhum Comentário
Clique aqui e confira matéria do jornal Lotus Bem Estar.
Quando o filho começa a gerar renda, como organizar as finanças da família?
Por Comunicação Social da FUNCEF Nenhum Comentário
Os jovens brasileiros demoram cada vez mais para sair da casa dos pais. Mas, ao mesmo tempo, eles ingressam no mercado de trabalho e começam a ganhar o próprio dinheiro, situação inusitada para muitas famílias. Como organizar as finanças a partir dessa nova realidade?
De acordo com o consultor e professor de Finanças da FIAP, Marcos Crivelaro, tudo isso vai depender da condição financeira da família. “Quando precisa de dinheiro, existe até uma contagem regressiva para o filho entrar no mercado de trabalho”.
O educador financeiro Álvaro Modernell concorda: “A hora que a família precisa, todo mundo tem de ajudar”.
E se não precisa?
Porém, existem casos em que o dinheiro do jovem não é necessário para o sustento da família e, então, o que deve ser feito?
Em primeiro lugar, Modernell afirmou que os pais devem ajudar neste momento de transição da vida do filho, deixando que ele veja o lado bom do trabalho – que é poder ter um salário para fazer o que deseja -, mas promovendo a educação financeira. “O trabalho não deve ser visto como um castigo, para que o jovem tenha prazer em ter dinheiro disponível”.
Aos poucos, os pais devem deixar com que os filhos tenham responsabilidade por suas despesas, como roupas novas, conta do celular, entre outras. Mas de forma a não prejudicar os estudos e que os jovens possam investir em capacitação. “O jovem não pode deixar de estudar ou aceitar um emprego só pelo salário. Se a família pode bancar para que ele realize seu sonho, que continue”.
Educação financeira
É difícil controlar os impulsos assim que se recebe o primeiro salário. Pelo menos a quem não tem tantas obrigações financeiras, é comum comprar aquilo que deseja. Entretanto, de acordo com os entrevistados, é neste momento que os pais e os filhos devem se atentar a alguns conceitos de educação financeira, para não cair em armadilhas nem ficar no vermelho:
1. Não use crédito para consumo: logo quando recebe o primeiro salário, o jovem já terá a sua disposição o crédito, mas é preciso analisar que o emprego pode não durar para sempre!
2. Crie uma reserva de emergência: planeje guardar uma quantidade desde o primeiro salário que receber, garantia de tranquilidade financeira no futuro.
3. Valorize o próprio dinheiro: pesquise antes de fazer uma compra e faça as escolhas que realmente valham a pena.
4. Comece a pensar em investir: que sejam R$ 20 ou R$ 30 por mês, quantia que pode fazer a diferença lá na frente.
Fonte: InfoMoney
Chocolate meio-amargo reduz colesterol
Por Comunicação Social da FUNCEF Nenhum Comentário
Estudo publicado recentemente sugere que o consumo de chocolate meio-amargo pode ajudar na redução do colesterol.
Uma pesquisa das universidades de L’Aquila, na Itália, e Tufts, em Boston, que foi publicada na revista científica Journal of Nutrition concluiu que a ingestão de alguns gramas de chocolate meio-amargo enriquecido por dia, durante 2 semanas, ajuda a reduzir o risco de doenças cardíacas.
Segundo os estudiosos a ação benéfica vem de compostos chamados flavonóides presentes no cacau, principal ingrediente do chocolate. Acredita-se que os flavonóides aumentam a produção de óxido nítrico, substância que relaxa e dilata as artérias.
A pesquisa foi desenvolvida com a ajuda de 19 participantes, 11 homens e 8 mulheres, sendo que todos apresentavam problemas de pressão alta e resistência à insulina.
As pessoas foram divididas em dois grupos, os que comeram100 gramas de chocolate meio-amargo diariamente durante 2 semanas tiveram uma queda na pressão sanguínea.
O outro consumiu 100 gramas de chocolate branco durante o mesmo período, mas seus participantes não apresentaram melhoras quanto a pressão arterial.
Outros estudos já haviam mostrado os benefícios do chocolate para o coração. O que essa pesquisa traz de inovador é a demonstração de que esses benefícios acontecem já a curto prazo.
Os cientistas alertam que a dieta sugerida envolve apenas chocolates enriquecidos, pouco gordurosos e ricos em flavonóides.
Fonte: Banco de Saúde – Notícias
Site Médico
Saiba como a ‘internet das coisas’ vai mudar seu cotidiano em breve
Por Comunicação Social da FUNCEF Nenhum Comentário
Geladeiras e até latinhas de cerveja vão ficar ‘inteligentes’.
Veja dúvidas enviadas por internautas, e mande suas perguntas.
Fonte: Do G1
Por: Leopoldo Godoy
Já pensou como será ótimo se a sua geladeira avisasse quando o leite estivesse vencido? Ou que comprasse automaticamente mais latas de sua cerveja favorita quando a bebida acabasse? E que tal um equipamento que calcula quanto tempo você vai levar no trânsito até o local de seu primeiro compromisso do dia, ajustando seu despertador para tocar na hora certa? Comente esta notícia A princípio, é fácil confundir essa história com um roteiro de cinema. Mas estamos falando de tecnologias reais, que prometem estar cada vez mais presente na vida das pessoas. A chamadada “internet das coisas” representa um conjunto de invenções que permitirão aos objetos – comuns, do cotidiano – se conectarem à rede e passarem a interagir entre eles e com as pessoas.
O exemplo clássico é o da geladeira inteligente, capaz de identificar a falta de alimentos no estoque, buscar receitas em sites especializados e acrescentar produtos à lista de compras do supermercado, aprovada e confirmada pela internet com um clique pelo usuário. Os próprios objetos seriam responsáveis por essa interação: um chip na caixa de leite, por exemplo, avisa o aparelho da proximidade da data de vencimento. Ao sair da geladeira, a última cerveja avisa, eletronicamente, que é preciso comprar mais.
Mas a tecnologia pode ter diversas aplicações. No transporte público, por exemplo, é possível ser avisado do horário exato em que um ônibus passará pelo ponto. A companhia responsável pelos coletivos, por sua vez, pode ser avisada caso ocorra um fluxo acima do normal de passageiros em um corredor, colocando mais veículos em operação naquela linha. Tudo praticamente sem intervenção humana, gerenciado pela inteligência das máquinas.
A Apple, criadora do iPod, do iPhone e do iPad, já se utiliza de conceitos da “internet das coisas”. A empresa firmou uma parceria com a Nike para instalar chips em tênis de corridas, que passam a ser capazes de monitorar os exercícios físicos.
Há também aplicativos que colocam em contato todos os sistemas de gerenciamento de uma casa: é possível, por exemplo, ligar a irrigação do jardim, mesmo estando do outro lado do mundo. Seu telefone celular também te avisa, pelo celular, se você esqueceu o ferro de passar ligado. O aquecedor de água conectado a sua agenda sabe a hora exata do banho, e entra em funcionamento automaticamente.
Na coluna Technews desta semana, tiramos as dúvidas dos internautas e dos assinantes da Globonews sobre o vem por aí na internet das coisas. Confira abaixo, e deixe mais perguntas na área de comentários.
O que é a internet das coisas? É um equipamento específico?
Não. A internet das coisas é um conceito que reúne diversas tecnologias que têm se desenvolvido nos últimos anos. Os pilares que garantem a transformação dessa ideia em realidade são os sensores RFID (sigla em inglês para identificação por radiofrequência), as redes sem fio ubíquas (ou seja, presentes em todos os lugares) e a mudança do protocolo de internet para a versão IPv6.
Atualmente, o protocolo IPv4 só é capaz de “contar” até 4 bilhões. Ou seja, só podemos dar endereços diferentes para um número limitado de computadores, telefones celulares e equipamentos conectados à rede. Na internet das coisas, cada objeto precisa de um endereço próprio. É aí que entra o IPv6. Ele garantirá códigos diferentes para uma quantidade praticamente infinita (mais precisamente, 340.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000… ou 340 undecilhões!) de objetos.
Já existem aplicações que fazem uso desse conceito?
Sim. A parceria entre a Apple e a Nike, por exemplo, já dá uma boa noção de como será a comunicação inteligente dos objetos no futuro. Também existem sistemas que utilizam etiquetas RFID ou mesmo em QRCode (versões mais modernas do velho código de barras) para armazenar a história de cada objeto.
Outro produto que se aproveita da internet das coisas é um pequeno robô chamado Nabaztag, criado pela empresa americana Violet. Parece um coelhinho inofensivo de brinquedo, que fala, mexe as orelhas e pisca luzes coloridas. Mas dependendo da cor que ele assume, Nabaztag comunica a chegada de novos e-mails, informa a previsão do tempo, a situação das estradas e até o comportamento das bolsas de valores, tudo em tempo real. Quero trabalhar no desenvolvimento de aplicativos para a internet das coisas.
Quais os grandes centros de estudo sobre esse assunto?
Os dois maiores polos mundiais de pesquisa em conectividade de objetos são o Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, e a Universidade de Manchester, na Inglaterra, sede da conferência anual “The Future of Things” (em português, “o futuro das coisas”).
Estudo conclui que sensação de felicidade é maior após 50 anos
Por Comunicação Social da FUNCEF Nenhum Comentário
Mas, infelizmente, os pesquisadores não souberam explicar por quê.
Levantamento por telefone do Gallup ouviu 340 mil americanos.
Um levantamento realizado pelo instituto Gallup com 340 mil americanos durante 2008 serviu de base para pesquisadores concluírem que as pessoas encaram a vida de modo mais róseo entre os 55 anos de idade e as vésperas de virar sessentonas.
Elas vivenciam menos estresse e preocupação do que jovens adultos na faixa dos 20 anos de idade. Fatores “extraetários”, como ter um parceiro ou parceira – e já sem os filhos sob o mesmo teto dando despesa e criando confusão – não influenciariam o surto de felicidade dos mais maduros.
Então de onde viria tanta satisfação? Esse “detalhe” a pesquisa ficou devendo. A felicidade pode ser baseada em elementos do entorno social, ou de sociabilidade, ou biológicos, especula Arthur Stone, psicólogo da Universidade Stony Brook, em Nova York. “Para nós essa é a grande questão.” (Para nós, também.)
Há, como sempre, alguns palpites: a felicidade estritamente ligada à idade, portanto independente do estilo de vida, pode ser explicada pela maior capacidade dos mais vividos de controlar suas emoções, ou pela pura e simples idealização do passado – aquela edição das memórias que põe debaixo do tapete o que foi desagradável e privilegia o que foi bom.
O estudo, divulgado no site LiveScience, também indica que o gráfico da feliciddade tem forma de “U”, caindo até meio século de vida para depois assumir viés de alta.
Fonte: G1
Cinco minutos de caminhada no parque melhoram humor e autoestima, diz estudo
Por Comunicação Social da FUNCEF Nenhum Comentário
Apenas cinco minutos de caminhada em áreas verdes, como parques e jardins, pode melhorar significativamente sua saúde mental, com benefícios para o humor e a autoestima, segundo estudo da Universidade de Essex, no Reino Unido. De acordo com os especialistas, os resultados da pesquisa deveriam sensibilizar os políticos a desenvolver mais projetos de áreas verdes nas grandes cidades e a encorajar a população a passar mais tempo se exercitando em parques e praças.
“Acreditamos que pode haver um grande benefício potencial para indivíduos, para a sociedade e para os custos dos serviços de saúde se todos os grupos de pessoas se automedicassem com mais ‘exercícios verdes’”, disse a pesquisadora Jo Barton, líder do estudo, em artigo recentemente publicado na revista Environmental Science & Technology.
Comparando dados de 1,2 mil pessoas de diferentes idades, gêneros e status de saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que se envolviam em atividades ao ar livre, como caminhada, ciclismo, jardinagem, pesca, canoagem, equitação e agricultura, apresentavam efeitos positivos em relação ao humor e à autoestima, mesmo praticando essas atividades por apenas cinco minutos diários. E os maiores benefícios ocorriam entre os mais jovens e aqueles que já tinham problemas de saúde mental.
De acordo com os autores, todos os grupos sociais e faixas etárias podem se beneficiar dos “exercícios verdes”. E todos os ambientes naturais apresentaram efeitos positivos para os participantes, embora as áreas verdes tenham apresentado as maiores vantagens para a saúde mental.
Fonte: Environmental Science & Technology
A felicidade é contagiosa
Por Comunicação Social da FUNCEF Nenhum Comentário
A felicidade e o bem-estar dos seus amigos, e dos amigos deles, podem ter influência direta no seu humor, nos seus hábitos e na sua qualidade de vida
Por Giuliano Agmont
Você já deve ter ouvido falar da teoria dos seis graus de separação. É aquela que nos coloca a uma distância de até meia dúzia de pessoas do resto do mundo. Pela hipótese, qualquer um é capaz de apertar as mãos, por exemplo, dos vencedores do Prêmio Nobel de Medicina 2008 — os franceses Françoise Barre-Sinoussi e Luc Montagnier, que descobriram o vírus causador da aids, o HIV — acionando apenas alguns poucos contatos. Entre os matemáticos, ainda restam cálculos que comprovem tal fenômeno, que eles chamam de pequenos mundos. Já no campo da cura e da prevenção de doenças, os pesquisadores somam cada vez mais evidências de que essa mesma rede de amizades funciona como um poderoso canal de contágio de bom humor, bem-estar e até felicidade.
O que pesquisas recentes mostram é que, assim como vírus e bactérias, a saúde também é transmissível — só que por meio dos laços afetivos criados entre nós. Na prática, quem se aproxima de gente que faz ginástica, por exemplo, tende a espantar o sedentarismo sem sofrimento. Aqueles que presenciam a decisão de um amigo de parar de fumar têm mais chances de largar o cigarro. E os que preferem conviver com pessoas alegres acabam tornando-se mais satisfeitos com a vida. De acordo com um estudo assinado pela Harvard Medical School, nos Estados Unidos, se um grande amigo seu ficar contente, a probabilidade de você começar a rir à toa só por conviver com ele é de 60%.
Como humores e hábitos se tornam contagiosos?
Os mecanismos que permitem a propagação de algo que não cabe em um tubo de ensaio ainda pedem mais esclarecimentos. Os cientistas, porém, têm algumas pistas. “Os animais sociais, como é o caso do homem, nascem com a capacidade de imitar seus pares mesmo sem ter consciência disso. É o efeito camaleão” explica a neurocientista Eliane Volchan, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “Fazendo isso, o indivíduo consegue incluir-se no grupo e obter a necessária proteção para sua sobrevivência.”
Seria como uma mímica involuntária ou instintiva, a mesma que nos rege toda vez que presenciamos um bocejo — quando nos damos conta, já estamos com o bocão aberto. Mas o trabalho do pessoal de Harvard vai ainda mais longe: sugere que a transmissão pode se dar entre desconhecidos, e a distância. De acordo com os pesquisadores, existem até três graus de contágio social. Ou seja, o amigo do vizinho de porta do seu melhor amigo tem influência sobre sua felicidade.
Outro aspecto que reforça a importância dos nossos relacionamentos é o papel das amizades na conquista da saúde. Um artigo do jornal americano The New York Times publicado em abril mostra que o amparo emocional do amigo é capaz de prolongar a vida, renovar a memória, combater o câncer, proteger o coração e até evitar a obesidade. A neurocientista Eliane Volchan complementa: “Temos evidências de que a amizade acelera o tempo de cicatrização de uma lesão e também ajuda a reduzir o estresse”.
Os especialistas apenas alertam: o círculo social é uma mão de duas vias. Do mesmo modo que conduz o vírus da felicidade, pode trazer influências não tão desejáveis, como a depressão, o mau humor, os vícios e por aí vai. Em outras palavras, o amigo do amigo do seu amigo pode ser um agente transmissor das doenças ditas não contagiosas. Isso significa que é importante estar atento a essas influências negativas.
A primeira coisa a fazer é entender que, embora estejamos falando de reações neurológicas espontâneas, podemos, sim, ter controle sobre elas e nos proteger. E não se trata aqui de se afastar de amigos que estejam acima do peso ou, então, em frangalhos emocionais. Afinal, a amizade está acima do estado de saúde das pessoas… “Mas também não precisamos ficar passivos diante de alguém que vive de cara fechada ou reclamando de tudo”, orienta o psicobiólogo José Roberto Leite, do Departamento de Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo. “É preciso uma atitude assertiva, isto é, deixar claro para o outro que o mau humor dele está fazendo mal também para você. Sem agressividade, mas com firmeza.”
De acordo com Leite, a ideia não é exigir do outro que mude sua atitude. Principalmente quando o assunto for cigarro ou maus hábitos alimentares. “É preciso apenas ser coerente com você mesmo e sua saúde. Muita gente, querendo agradar, é condescendente com comportamentos alheios e acaba se prejudicando”, constata Leite, que cita o caso do amigo depressivo. “Por mais que você goste dele, não dá para ficar refém de suas amarguras e ser submetido a elas a toda hora. É importante dar apoio, mas em algum momento tem de haver um basta, para que ele deixe de se escorar em você e vá se ajudar.”
A psiquiatra Alexandrina Meleiro, que trabalha no Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, confirma que a depressão é contagiante. E chama a atenção para outra questão relevante: existem pessoas mais ou menos vulneráveis a influências. “A maturidade emocional é decisiva nessa hora. Pessoas que têm muita dificuldade para lidar com dores e frustrações são mais suscetíveis”, avalia. “Um bom exemplo é o de uma crise: diante dela, há os que se queixam, os que esperam que os outros a resolvam e os que tomam atitudes para enfrentá-la. Os mais maduros são os que se ajustam às dificuldades.”
Outra maneira de se livrar de algumas roubadas, dizem os especialistas, é escolher os amigos com cautela. Eles recomendam ficar o máximo de tempo possível com aqueles que se mostram sempre dispostos e sorridentes. Sugerem ainda que se busquem companhias com interesses comuns e saudáveis, como correr ou cozinhar pratos balanceados. Ou seja, algo que pode ser socializado. Diante de pessoas com estado emocional ou comportamentos dos quais a gente quer distância, a orientação é esquivar-se da natural inclinação que temos para imitar expressões faciais e posturas. “Enfim, temos de procurar nos blindar sempre, sabendo o que queremos e o que não queremos para a nossa vida. Afinal, a influência social nos acomete o tempo todo”, aconselha Alexandrina Meleiro.
Fonte: Revista Saúde é Vital
Criatividade leva aposentados à FUNCEF
Por Comunicação Social da FUNCEF 2 Comentários





