Felicidade constante
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Especialista defende que a sensação de bem estar pode ser permanente
Por Viviane d’Avilla
Prazer, bem estar, satisfação, alegria, ética. Os termos são muitos, mas a felicidade é uma só. E existe. A boa nova é que essa sensação que o mundo persegue desde sempre pode ser permanente, garantem especialistas. Não está disponível nas farmácias – pelo menos por enquanto -, mas num lugar de acesso tão fácil quanto a drogaria da esquina. Quer ser feliz? Revire-se. O que você procura pode estar ao alcance do seu olhar. Ou de um estilo de vida mais simples. O que quem entende do assunto defende é que a preocupação deve vir acompanhada de atitudes. E quanto mais cedo, maiores as chances de uma maturidade plena.
A oferta do bem estar se multiplica nos livros de auto ajuda, nas terapias alternativas, nos consultórios dos cirurgiões plásticos, nos pacotes turísticos ao redor do mundo. Felicidade, hoje, é ter acesso ao consumo. Quem defende esta tese é a psicóloga, mestre em educação pela Universidade de Freminghan, no Estado de Michigan, Dulce Silveira, que dá nome ao que observa: pura alienação coletiva. “A preocupação em ter e não em ser é marcante na sociedade moderna. A busca pelo corpo perfeito, pelo melhor emprego, pelo melhor aparelho eletrônico, pelo melhor casamento. Claro que essas coisas satisfazem e são boas, mas elas escondem o que realmente tem importância, que é o autoconhecimento”, explica.
Na mesma linha, o professor de psicologia da Universidade de Havard, Daniel Gilbert, afirma não haver o que verbalizar ou florear sobre a felicidade. Quem sente, entende bem. “É difícil dizer o que é, mas sei quando a vejo. É simplesmente sentir-se bem”, afirma ele, que estuda o tema há duas décadas.
Simplicidade é a palavra-chave, garante Dulce Silveira. “Achar prazer nas coisas simples da vida, se respeitar e se escutar é um caminho eficaz para sentir-se bem consigo mesmo e com tudo que o rodeia. Conseguir, apesar da correria do dia-a-dia, se perceber e perguntar-se o porquê daquela tensão no ombro, ou da angústia no peito, já é um processo de autoconhecimento e respeito por si. Entender as causas de coisas que nos perturbam colabora com o fortalecimento do ser”, analisa a psicóloga.
O processo é constante, a felicidade também pode ser. Independentemente da idade. Segundo Silveira, não há relação entre juventude ou envelhecimento e felicidade. Mas entre atitude e pensamento. “Muitas vezes, acreditamos que éramos felizes quando mais jovens, mas esquecemos que as questões existem em todas as idades e elas permanecem. Só que de forma diferente”, reforça.
O foco, portanto, deve ser no momento presente. “Normalmente, a maturidade traz à tona o hábito mental de projetar a vida anos à frente, quando as pessoas fazem perguntas como o que será de mim daqui pra frente, como irei ficar na velhice, quais serão minhas realizações. Essas preocupações que os mais velhos têm os distanciam do aqui agora e, mais ainda, de si mesmos”, afirma Dulce.
Para o bom entendedor, basta saber que a satisfação ou mesmo a melhora de um estado mais pessimista depende de ouvidos atentos, atenção às necessidades internas, respeito a si mesmo e alguma dose de ousadia. “Não deixar para realizar seus atos prazerosos somente quando aposentadoria bate na porta, mas sim, tentar concretizá-los ao longo de toda sua vida e que se fazer bem se transforme em um hábito”, conclui.
Fonte: WWW.maisde50.com.br
Chip monitora cotidiano de idosos
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Sensores desenvolvidos por pesquisadores da UFMG podem transmitir, via rádio, informações como temperatura, pressão e nível de oxigênio no sangue de pessoas desse grupo etário, além de comunicar eventuais quedas, em tempo real
Acompanhar e tratar pessoas idosas são tarefas delicadas e sensíveis, que, a princípio, podem não ter nada a ver com um laboratório de sistemas de computação integrados. Mas pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) acreditam que uma rede de chips sensores pode ser bastante útil no monitoramento remoto da saúde desses pacientes.
Quedas domésticas representam a sexta causa de morte de idosos no Brasil e, muitas vezes, os pacientes esperam horas até que consigam comunicar o acidente e acionar socorro. O novo sistema agilizaria esse processo.“O chip detectaria a queda e, em tempo real, transmitiria os dados para uma central-base”, explica o professor Diógenes Cecílio da Silva Júnior, coordenador do laboratório que abrigou o surgimento da empresa que hoje desenvolve o projeto.
A pesquisa começou há cinco anos, com investimentos de R$ 1,5 milhão e, em 2012, deve ficar pronto o primeiro protótipo do chip. De acordo com o professor, ele poderá também ser acoplado a aparelhos que medem temperatura, batimentos cardíacos e nível de oxigênio no sangue. Da central-base, os dados podem ser disponibilizados na internet, para consulta de médicos ou parentes do paciente — em computadores, telefones celulares ou outros equipamentos portáteis que acessam a grande rede.
Parentes cadastrados poderiam receber as informações por telefone, por exemplo. A primeira etapa da comunicação dos dados (entre os chips dos pacientes monitorados e a central-base) usa uma rede de abrangência e custos menores que a internet: as informações seguem em protocolo específico, em ondas de rádio, no espectro de frequência ISM (destinada a Indústria, Ciência e Medicina, na sigla em inglês).
Outro aspecto destacado pelos pequisadores é o fato de o chip estar integrado ao equipamento de telemetria ambulatorial — que faz as medições de temperatura, pressão etc. Uma vez digitalizados, os dados seguiriam pelas ondas de rádio, sem custos com conexão à web ou computadores. Assim, o sistema supriria o monitoramento de saúde ambulatorial domiciliar, substituindo a permanência na clínica. A economia estimada, entre os gastos com deslocamento e internação, seria entre 20% e 60%. A principal diferença desse modelo para os atuais sistemas de e-health e telehomecare (soluções eletrônicas para monitoramento de saúde à distância) é a mobilidade dos sensores, já que o chip pode estar sempre com o paciente.
Economia e precisão
O sensor tem, hoje, nove centímetros cúbicos, e o objetivo dos pesquisadores é torná-lo ainda menor. Nos sistemas convencionais de telemetria, as informações são transmitidas e processadas fora dos sensores. “Se ocorre um defeito em algum sensor, todo o sistema fica comprometido. No nosso caso, como os sensores são autônomos, outro pode assumir suas funções e continuar coletando, processando e enviando informações”, diz Silva Júnior. Esse é o princípio da rede, que pode gerar, aplicações além da área de saúde.
As capacidades computacionais reduzidas do chip são outra vantagem do sistema, de acordo com Alair Dias Júnior, também envolvido na pesquisa. “Os sensores são dedicados a uma única função, e gastam menos energia por isso”, detalha. É também desta forma que o protótipo brasileiro deve superar as pesquisas internacionais no quesito economia. Enquanto sensores semelhantes produzidos no exterior chegam a custar centenas de dólares, a ideia é que cada unidade, no Brasil, custe menos de R$ 200.
O caminho entre o laboratório e o mercado é paralelo às etapas finais de desenvolvimento da tecnologia, como adianta Solange Gomes Leonel, que cuida da transformação do resultado da pesquisa em produto: “Empresas de equipamentos de telemetria ambulatorial já negociam a inserção do chip”. Para além de todas as outras inovações no processo, o monitoramento à distância permitiria aos hospitais aumentar o número de assistidos, sem expandir a estrutura física.
Como funciona
O sensor pode estar conectado a aparelhos que medem:
Temperatura
Batimento cardíaco
Nível de oxigênio no sangue
E pode ficar, por exemplo, junto ao corpo do paciente. Se o idoso sofre uma queda, o aparelho detecta o acidente
As informações são enviadas, via rádio, para uma estação-base. Em seguida, vão para a internet
E podem ser acessadas de computadores, PDAs e telefones celulares
Parentes cadastrados podem receber as informações
Por Frederico Bottrel
Transforme vícios em saúde (inclusive financeira)
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Você já teve a curiosidade de calcular o valor acumulado em 20 anos para manter alguns vícios? Não vamos falar ainda dos prejuízos para a saúde que um cigarro causa ou a bebida em excesso podem causar. A intenção aqui não é criticar ninguém, mas mostrar que o hábito de poupar é acessível para qualquer pessoa e que pequenos valores somados ao longo dos anos podem representar reservas financeiras significativas.
Vamos supor que uma pessoa que gasta R$2,00 com cigarros por dia ou R$60,00 por mês com uma cervejinha no fim de semana resolvesse poupar esse valor. Você conseguiu visualizar que em 20 anos essa mesma pessoa teria uma reserva de mais de R$ 40 mil? Pois este seria o valor aproximado que ela acumularia, considerando um rendimento médio de 0,6% ao mês e uma inflação anual de 4% ao ano, que reajustaria o valor dos produtos.
Citamos cigarro e cerveja, mas tem muito vício aparentemente inofensivo que a pessoa sequer percebe. É o caso de quem compra revistas ou assina jornais, mas não tem tempo de ler; quem tem o hábito de ir numa confeitaria fazer pequenos lanches e por aí vai. Pense nessa reserva quando estiver utilizando os próximos R$3,00 do seu salário.
Fonte: Mundo CAIXA
Benefícios do Exercício Físico
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Exercício é importante para qualquer um que queira se manter saudável. Seja qual for a sua idade, o exercício físico regular traz grandes benefícios a saúde, à sua aparência e ao seu bem estar.
• Queima calorias – exercícios queima calorias, mas esse é o benefício menos importante. Evite pensar que uma pequena quantidade de exercícios lhe dá o direito de comer mais calorias. Você provavelmente vai comer mais do que perdeu no exercício!
• Protege contra doenças – os exercícios pode ajudar a melhorar vários problemas físicos: alivia dores nas costas, fortalece os ossos (reduz o risco de osteoporose e fratura), melhora os distúrbios menstruais, diminui o risco de pressão alta e derrame, e reduz o risco de doenças cardíacas. O exercício aumenta o HDL (o bom colesterol) e diminui os triglicérideos, alem de ajudar a controlar o açúcar no sangue (glicemia) de indivíduos diabéticos.
• Melhora a função imunológica – os exercícios moderados pode protege-lo de infecções, com a gripe, por exemplo. Por outro lado
exercícios demais podem ter efeito oposto.
• Eleva a confiança e melhora outros fatores psicológicos – o exercício fazem as pessoas se sentirem melhor. Cada vez que você está ativo significa que está fazendo mudanças positivas, dando-lhea sensação de controle e melhorando a autoconfiança. Também, muitas pessoas se exercitam para aliviar o stress, diminui a ansiedade e a depressão. O exercício também ajuda a conciliar o sono.
• Aumenta força, resistência e flexibilidade física – alguns exercícios, como bicicleta e o futebol, podem torna-lo mais fortes, outros, como a ginástica, o torna mais flexível, enquanto nadar e corre aumenta sua resistência.
• Preserva a musculatura do corpo – quando você perde peso, seu corpo reduz tanto gordura quanto músculos. O importante, entretanto, é aumentar a perda de gordura e preservar ou aumentar a massa muscular. E isso pode ser feito através dos exercícios físicos.
• Aumenta a produtividade no trabalho – o exercício físico dá a energia que você precisa para realizar atividades, além de refrescar a sua cabeça ajuda a concentração.
• Preserva a taxa metabólica – a perda de peso pode diminuir o gasto de calorias do seu corpo. E isto não é bom, porque seu corpo, então, usa menos energia (calorias) para funções básicas num momento que você quer queimar mais. O exercício acelera o metabolismo e evita a diminuição do gasto energético.
• Ajuda a controlar o apetite – em quantidades moderadas, o exercício físico pode inibir o apetite.
• Auxilia na manutenção do peso em longo prazo – se você tem problemas com peso, o exercício físico
regular é o fato que melhora irá prevenir o ganho futuro e ajudar na manutenção do peso perdido.
O sal e a pressão alta
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Onde vai a corda vai a caçamba
O que é Sal?
O sal é um mineral composto por dois elementos principais: o sódio e o cloro, que se juntam formando o cloreto de sódio. 5% do sal recolhido do mar é utilizado para consumo humano. O restante vai para a indústria, servindo para fabricar papel, tecidos, cosméticos, tinturas, detergentes, remédios, etc.
O sódio tem funções nobres no organismo:
→ controlar o equilíbrio da água
→ contribuir para transmitir os impulsos nervosos do cérebro para
todo o corpo
→ permitir a contração muscular
→ participar da regulação do ritmo
do coração.
Como o sódio provoca pressão alta?
Quando a gente come aquela comidinha mais salgada…
A ingestão excessiva de sal faz aumentar a quantidade de sódio no sangue.
Mas o equilíbrio entre sódio e água no organismo tem que ser perfeito.
Existindo mais sódio precisa haver mais água.
Com o sódio aumentando no sangue, complicados mecanismos hormonais entram em ação para equilibrar as águas corporais. Se este equilíbrio não ocorrer, o organismo vai ter que tirar água
de dentro das células, provocando desidratação e risco de morte. Só que este aumento do volume de sangue por causa do aumento da quantidade de água (para diluir o sódio) faz aumentar a pressão dentro das artérias.
E lá vai a pressão arterial para as nuvens !!!
Quando as águas da chuva são intensas, os rios não conseguem conter a pressão destas águas em suas margens e ocorrem as inundações. Mas as artérias e veias não podem deixar o sangue sair e inundar o nosso corpo.
Então, a quantidade aumentada de líquidos fica presa e aumenta a pressão dentro das artérias, provocando a hipertensão arterial.
Assim como a pressão aumentada das águas do rio vai destruindo suas margens, a pressão alta dentro das artérias vai machucando suas paredes, que podem se romper (derrame) ou entupir (infarto).
É porque a gente não se lembra do gosto. Mas o leite materno tem somente um “pinguinho” de sal. Porque a natureza sabe que o sódio é indispensável até para o bebê, mas sem excessos.
Devemos nos lembrar que o gosto pelo sal é adquirido. O bebê será um adulto com pressão alta dependendo também do que ele aprender em relação à quantidade de sal que satisfizer seu paladar.
E o gosto adquirido pelo sal vai depender do nosso cuidado com a quantidade de sódio que as crianças ingerem.
A Organização Mundial da Saúde determina que a quantidade máxima de sal que cada adulto deve comer por dia é igual a 5 gramas.
5 gramas estão contidos em uma colher de chá. A colher de sopa contem ± 15 gramas.
5 gramas de sal correspondem a aproximadamente 2,5 gramas de sódio.
No Brasil cada pessoa ingere em torno de 10 gramas de sal por dia, o dobro da quantidade recomendada. Se viver de sanduíches, batata frita, salgadinhos e comida industrializada, pode chegar a 20 gramas por dia, ou mais.
10 gramas de sal obrigam o organismo a reter 1 litro de água, todos os dias!
Que aumenta o volume de sangue circulando, que obriga o coração a trabalhar com mais força, que aumenta a pressão arterial,
e tudo o mais que a gente já sabe.
Assim como nós, humanos, temos sal em nosso organismo, todos os outros seres vivos também têm. A carne de vaca é naturalmente salgada, assim como a das aves e peixes.
Por incrível que pareça, os vegetais também contêm sal, ainda que em menor quantidade. Estes alimentos naturais começam a se complicar quando são industrializados. Um único sanduíche pode ter 80% do sal que você pode ingerir por dia.
Existem duas atitudes que a gente pode começar a tomar a partir de agora:
Eliminar o uso do saleiro.
Ler as informações nutricionais dos produtos que compra.
Assim como os maços de cigarro, os saleiros também deveriam vir com uma advertência de perigo quanto ao uso. O sal contido nos alimentos já é mais do que suficiente. Não é necessário acrescentar mais sal na comida.
Como conviver com o sal, sendo nosso amigo?
Dê sumiço no saleiro.
Não deixe as crianças usarem, nem dê o exemplo.
Prefira alimentos frescos.
Aprenda a usar e abusar dos temperos naturais: alho, cebola, manjericão, alecrim, orégano, salsinha, tomilho, cebolinha, hortelã, curry e outros.
Evite conservas (azeitonas, picles, patê, palmito, etc.), enlatados, alimentos em pó (sopas, temperos), caldos em cubos, embutidos (salsicha, mortadela, linguiça, salame, presunto), carnes salgadas.
Cuidado com os “salgadinhos” aperitivos (biscoitos, amendoins, batata frita, etc.) e com os sanduíches prontos.
E só pra não esquecer…
Detone de vez as bombas brancas que saem do saleiro !!
Vamos proteger a vida?
Calvície feminina
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Perda de cabelo não é um problema exclusivo dos homens. Veja como resolver
Pelo menos 40% das mulheres vão enfrentar a queda de cabelo após os 30 anos. Mesmo quem tem cabeleiras volumosas não está imune à alopecia, o nome científico da calvície. Não há cura, mas é possível, pelo menos, amenizar os efeitos. Os sintomas são parecidos, mas a calvície não pode ser confundida com a simples queda de cabelo, alertam dermatologistas.
Para chegar a um diagnóstico preciso da doença, é preciso fazer uma série de exames para eliminar as possíveis causas externas. As mais comuns são a carência de ferro, alterações nas taxas hormonais, cistos nos ovários e estresse emocional. Se uma dessas disfunções for detectada e solucionada, a queda pode ser eliminada. Porém, se não houver fatores externos e se a paciente tiver histórico da doença na família, então o caso é mesmo de alopecia.
Não há distinção de sexo, mas a calvície se manifesta de forma diferente em homens e mulheres. O que há em comum é apenas o fator genético. Nas mulheres, o problema não é localizado, ou seja, se distribui por todo o couro cabeludo, por isso é menos visível. A perda dos cabelos é mais difusa no topo da cabeça e na região frontal, das famosas entradas que atormentam os homens, não sofre muita alteração.
É preciso estar atento e procurar o médico na hora certa. Segundo a dermatologista Ana Lúcia Recio, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, as vítimas só procuram um médico quando já perderam 30% do seu volume capilar. “É importante diagnosticar o quanto antes a calvície para minimizar a queda, fazendo com que o folículo piloso sobreviva mais tempo”, alerta.
Há alguns sinais de alerta. Se os fios começarem a nascer mais finos e se a queda acentuada se mantiver por mais de um mês, procure um dermatologista. O tratamento poderá incluir loções capilares, que estimulam a renovação celular do folículo piloso e ativam a circulação local; também será necessário recorrer a complexos vitamínicos e a medicação. “Mas qualquer medicamento deve ser prescrito por um especialista”, alerta a dermatologista.
As conseqüências psicológicas da calvície são, para Ana Lúcia Recio, o maior problema. “A sociedade não aceita mulheres calvas, por isso elas sofrem mais do que os homens. Com isso, o paciente pode vir a ter graves problemas de auto-estima”, explica ela.
As mulheres com alopecia devem redobrar os cuidados com o avanço da idade. Os especialistas afirmam que a chegada da menopausa pode agravar o quadro, apesar de essa influência ainda não ter sido comprovada. Como ainda não existe cura para a calvície feminina, tratar o quanto antes o problema significará que seus cabelos ficarão saudáveis e volumosos por mais tempo.
Fonte: www.maisde50.com.br
Como sobreviver a um ataque cardíaco quando estiver sozinho
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Digamos (apenas por hipótese) que são 18h15 e está de regresso a casa, depois de um dia de trabalho especialmente difícil.
Está realmente cansado e frustrado……
Está bastante tenso e mal disposto ….
Repentinamente, experimenta uma forte dor no peito, que se difunde até ao teu braço e, até mais acima, à mandíbula.
No entanto, está a 8 km do hospital mais próximo de casa.
Desafortunadamente, não sabe se conseguirá fazer essa distância e chegar lá.
Que devo fazer ???
Mesmo que tenha sido treinado em rcp (ressucitação cardio pulmonar), provavelmente o instrutor do curso não disse como aplicá-la a você mesmo !!!
Como poderá sobreviver a um ataque do coração, quando encontrares só?
Muitas pessoas encontram-se sozinhas, quando sofrem um ataque de coração.
Sem ajuda, uma pessoa na qual o coração bata incorretamente e que comece a querer desmaiar, só tem 10 segundos, antes de perder a consciência.
Que fazer ??
Não entre em pânico, começe a tossir repetida e vigorosamente.
Deve respirar profundamente, antes de cada tosse. A tosse deve ser profunda e prolongada, como quando se produz um forte ataque de tosse, proveniente do diafragma .
Cada inalação e cada tosse devem ser repetidas de dois em dois segundos, aproximadamente, e sem parar, até que se consiga uma ajuda, ou até que o coração esteja, de novo, a bater normalmente.
As inspirações profundas levam oxigênio aos pulmões e os movimentos de contração da tosse comprimem o coração e mantêm o sangue a circular. A pressão sobre o coração também ajuda a recuperar o ritmo cardíaco normal. Desta maneira, as vítimas de um ataque de coração podem chegar ao hospital e sobreviver.
Uma vitória da vida
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Apresentadora Hebe Camargo, depois de conseguir controlar o câncer
Confira aqui matéria da Revista VEJA.
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